27/05/2011

Milk Love Story

Posted in Filmes/TV tagged , , , , às 3:11 pm por Paula R.

A campanha da organização ambiental Friends of the Earth tem um mote um tanto quanto inusitado, mas que é criativa não se pode negar. E a história de amor é muito bem encenada, apesar dos personagens serem apenas (simpáticos) galões de leite.

> Veja os créditos do vídeo aqui

:. Dica da Romi (@RomisRodrigues)

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26/05/2011

A pizza mais cara do mundo

Posted in Por aí tagged , , , , , às 12:35 pm por Paula R.


Esse post quase se chamou “Momento sem noção do dia”. É que fiquei chocada com a existência de uma pizza que custa mil dólares, mais de R$ 1.400. A iguaria é invenção de Nino Selimaj, dono da pizzaria Bellissima, de Nova York, e é feita com farinha importada da Itália, base de creme fraiche, quatro tipos de caviar, rabo de lagosta fatiado, salmão e wasabi.

Nunca vou experimentar, mas tenho quase certeza de que não é “a pizza mais gostosa do mundo”. E você, pagaria para descobrir?

:. Dica do Sérgio Vinícius, recordista de blogs e tumblrs, dentre eles o 2×1 e o Interior Treta

(Foto: reprodução daqui ou daqui)

23/05/2011

Criatividade sem limites 2

Posted in Por aí tagged , , , às 11:59 pm por Paula R.

Não acho que seja preciso nenhuma estratégia elaborada para fazer a mulherada cair de amores por um bom brigadeiro, mas propostas bem humoradas são sempre bem-vindas. Ano passado, a primeira casa de brigadeiro gourmet do país, a Maria Brigadeiro, lançou o kit TPM Alívio com oito variedades  do doce para “aqueles dias”. E, hoje, uma amiga me mandou um link com a última novidade, o kit Brigadeiro para Santo Antonio,  “indicado para solteiras”.

Há diversas outras opções de embalagem para presente, com granulados diversos ou para comer de colher. Formada em gastronomia, Juliana Motter inaugurou a casa dedicada ao docinho tipicamente brasileiro há três anos. Sua história, curiosidades e receitas estão nO livro do brigadeiro (Panda Books, 2010).

Apesar do tema fértil, esse post vai ser curtinho, pois nunca li o livro, nem comi os famosos brigadeiros. Alguém se habilita a mudar isso?

> Leia mais sobre o lançamento aqui

Serviço:
Maria Brigadeiro
Rua Capote Valente, 68
Pinheiros – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3085-3687
www.mariabrigadeiro.com.br

(Fotos: divulgação)

:. Dica da Paula S.

20/05/2011

Meta alcançada

Posted in Sopa de Letrinhas tagged , , , , , às 11:59 pm por Paula R.


Quando comecei a fazer dieta, em outubro do ano passado, demorei mais de um mês para escrever um post. Depois de feito, não queria que esse virasse um blog de dieta e pretendia provar para mim mesma que conseguiria ter uma rotina mais saudável, porém, tão saborosa quanto antes. Decidi que voltaria a escrever sobre o tema quando atingisse minha primeira meta, a dos 15 quilos perdidos.

E isso aconteceu há pouco mais de uma semana. Já perdi roupas porque ficaram grandes, ganhei outras que estavam encostadas há anos e até comprei calças dois números menores. Também notei que tenho mais fôlego e disposição e, coincidência ou não, nunca mais peguei gripe.

Em casos como o meu em que há muito para perder, nos primeiros cinco quilos ninguém nota que alguma coisa mudou, mas depois da marca dos dez todo mundo quer saber o que você está fazendo. “Está tomando remédio?” e “O que você parou de comer?” são as perguntas mais frequentes. Por isso, decidi fazer uma listinha de coisas que deram certo para mim.

Dez dicas possíveis que ajudam a emagrecer:

1. No dia a dia, priorizei a qualidade da comida. Meu prato básico é composto por: metade de salada, um quarto de legumes e o um quarto restante de carne e/ou carboidratos, queijos, enfim, a “mistura”.
2. (Praticamente) cortei álcool, doces e frituras, abrindo exceção em comemorações e datas especiais.
3. Em geral, não me privei de nada que tivesse vontade, apenas passei a comer menos. Se antes comia dois pães, passei a comer um, se comia três pedaços de pizza, como dois e ponto. Tenho chocolate da Páscoa até hoje, pois me limitei a um bombom ou pedaço pequeno por dia.
4. Digo que culpa engorda, portanto, se decido comer algo para matar a vontade, como e não fico remoendo. Mas nunca mais comi como se não houvesse amanhã, ou seja, nada de repetições ou restaurantes tipo rodízio.
5. Passei a comer de três em três horas. Parece bobagem, mas ajuda mesmo. Já li que acelera o metabolismo e isso queima calorias, mas o que senti foi que evita estar com muita fome na hora das refeições principais.
6. Para essas pequenas refeições, nada de bolachas recheadas, salgados ou bolos, e sim queijo branco, bolacha água e sal, iogurte, sucos e frutas, muitas frutas.
7. Descobri as frutas desidratadas! Além de ter aumentado o consumo de frutas frescas, outra coisa que tem me ajudado a matar a vontade de doces de um jeito mais saudável e menos calórico tem sido comer as frutas desidratadas do Mercadão. Os sorvetes de iogurte também foram uma mão na roda.
8. Reduzi os líquidos durante as refeições e refrigerantes em geral. Muitas vezes prefiro a H2OH, que tem menos gás, ou chá verde.
9. Continuei consumindo produtos de linhas especiais (diet/light) como leite, margarina, maionese, achocolatado, refrigerante…
10. Iniciei uma atividade física. Além de andar um pouco para chegar até o metrô e deste para o trabalho, uma vez por semana comecei a fazer dança. Sei que deveria fazer algo mais aeróbico – a flacidez não perdoa! – mas essa ainda é uma barreira que preciso ultrapassar.

Notas:

> É sempre importante pedir orientação médica ou de um nutricionista.
> Sou totalmente contra remédios para emagrecer ou tirar o apetite.
> No início do ano, o blogueiro Victor, do Prato Fundo, escreveu um post sobre o assunto que gostei bastante. Vale dar uma olhada: Um obeso sob controle.

(Foto: Pontus Edenberg/stock.xcnhg)

18/05/2011

Tempero caseiro

Posted in Receitas de salgados tagged , , , , às 11:25 pm por Paula R.


:. Fácil – Porção para aproximadamente 15 dias

Ingredientes:

2 cebolas grandes
6 dentes de alho
1 maço de cheiro verde
1 colher (sopa) de azeite extra-virgem
1 colher (café) de sal
1 recipiente com tampa, limpo e bem seco (de preferência de vidro)

Nota: é possível acrescentar outros temperos à sua escolha como ervas finas, orégano, manjericão e pimenta, entre outros.

Modo de preparo:

– Descasque a cebola e o alho e pique em rodelas ou pedaços.
– Lave o cheiro verde e coloque no liquidificador com a cebola e o alho. Adicione o azeite e o sal.
– Bata até obter uma massa com consistência de tempero. Se as lâminas estiverem batendo com dificuldade, adicionar água aos pouquinhos, tomando cuidado para não deixar  muito líquido.
– Armazenar o creme no recipiente bem fechado com tampa e guardar na geladeira.

Nota: nessa receita, a quantidade de sal é pequena mesmo, apenas para ajudar a conservar o tempero. O sal das receitas deve ser acertado durante seu preparo.

:. Historinha…

Como já falei por aqui, sou adepta do Receita de Casa, mas nunca esqueci do tempero batido que minha avó preparava – na faculdade até ganhei um ou outro vidrinho para levar para a república. Essa semana minha amiga Milena, uma das maiores incentivadoras desse blog, me mandou a receita aí de cima e pretendo testar assim que fizer feira. Além de ser super prático e agradar àqueles que não gostam de mastigar ingredientes como cebola, esse tipo de tempero é mais saudável, pois não tem alto teor de sódio como a maioria dos industrializados.

(Foto: Zsuzsanna Lilian/stock.xchng)

16/05/2011

Os roqueiros também comem IV

Posted in Música tagged , , , às 11:48 pm por Paula R.


Sex Pistols causando na lanchonete.

Para saber mais sobre a banda: All Music
Foto do This is not porn

15/05/2011

450 sinônimos de cachaça

Posted in Bebidas tagged , , , às 8:35 pm por Paula R.


Nesse sábado, participei de uma tarde de experiências gastronômicas com um grupo de amigos, cujo tema era comida brasileira. Fui responsável pela desgustação de cachaças e, para dar mais graça à coisa, procurei por sinônimos da bebida mais brasileira. Além dos clássicos “caninha”, “branquinha” e “água que passarinho não bebe”, tem uns bem divertidos.

a-do-gengibre, a-do-ó, a-que-incha, abençoada, abranda-sol, abre, abre-bondade, abre-coração, abrideira, abridora, absinto-caboclo, aca, ácido, aço, acuicui, adorada, água, água-benta, água-bórica, água-branca, água-bruta, água-de-briga, água-de-cana, água-de-setembro, água-lisa, água-pé, água-pra-tudo, água-que-gato-não-bebe, água-que-passarinho-não-bebe, aguardente, aguarrás, agundu, alicate, alpista, alpiste, amansa-corno, amarelinha, amorosa, anacuíta, angico, aninha, apaga-tristeza, a-que-incha, aquela-que-matou-o-guarda, aquiqui, arapari, ardosa, ardose, ariranha, arranca-bofe, arrebenta-peito, arretada, assanha-menina, assanhadeira, assina-ponto, assovio-de-cobra, azeite, azougue, azulada, azuladinha, azulina, azulzinha, bafo-de-tigre, baga, bagaceira, baronesa, bataclã, berdoega, bicarbonato-de-soda, bicha, bichinha, bicho, bico, birinaite, birinata, birita, birrada, bitruca, boa, boa-pra-tudo, bom-pra-tudo, borbulhante, boresca, braba, branca, brande, branquinha, brasa, braseira, braseiro, brasileira, brasileirinha, brava, briba, cachimbo, cachorro-de-engenheiro, caeba, café-branco, caiana, caianarana, caianinha, calibrina, camarada, cambraia, cambrainha, camulaia, cana, cana-capim, cândida, canforada, canguara, canha, canicilina, caninha, caninha-verde, canjebrina, canjica, capote-de-pobre, cascabulho, cascarobil, cascavel, catinguenta, catrau, catrau-campeche, catuta, cauim, caúna, caxaramba, caxiri, caxirim, caxixi, cem-virtudes, chá-de-cana, chambirra, champanha-da-terra, chatô, chica, chica-boa, chinelada, chora-menina, chorinho, choro, chuchu, cidrão, cipinhinha, cipó, cobertor-de-pobre, cobreia, cobreira, coco, concentrada, congonha, conguruti, corta-bainha, cospe-fogo, cotréia, crislotique, crua, cruaca, cumbe, cumbeca, cumbica, cumulaia, cura-tudo, curandeira, da-bica,danada, danadinha, danadona, danguá, delas-frias, delegado-de-laranjeiras, dengosa, desmanchada, desmanchadeira, desmancha-samba, dindinha, doidinha, dona-branca, dormideira, ela, elixir, engenhoca, encurta-caminho, endiabrada, engasga-gato, espanta-moleque, espiridina, espridina, espírito, esquenta-aqui-dentro, esquenta-corpo, esquenta-dentro, esquenta-por-dentro, estricnina, extrato-hepático, faceirinha, fala-mansa, faz-xodó, fecha-corpo, ferro, filha-de-senhor-de-engenho, filha-do-engenho, filha-do-senhor-do-engenho, firulinha, fogaréu, fogo, fogosa, forra-peito, fragadô, friinha, fruta, furibunda, furiosa, garapa-doida, gás, gasolina, gaspa, gavetada, gengibirra, geribita, girgolina, girumba, glostora, goró, gororoba, gororobinha, gracinha, gramática, granzosa, gravanji, grogue (CAB), guampa, guarupada, homeopatia, iaiá-me-sacode, igarapé-mirim, imaculada, imbiriba, incha, insquento, isbelique, isca, já-começa, jamaica, januária, jeriba, jeribita, jinjibirra, juçara, junça, jura, jurubita, jurupinga, lágrima-de-virgem, lamparina, lanterneta, lapinga, laprinja, lebrea, lebréia, legume, levanta-velho, limpa, limpa-goela, limpa-olho, limpinha, linda, lindinha, linha-branca, lisa, lisinha, maçangana, maçaranduba, maciça, malafa, malafo, malavo, malunga, malvada, mamadeira, mamãe-de-aluana (ou aluanda ou aruana ou aruanda ou luana ou luanda), mamãe-sacode, manduraba, mandureba, mangaba, mangabinha, marafa, marafo, maria-branca, maria-meu-bem, maria-teimosa, mariquinhas, martelo, marumbis, marvada, marvadinha, mata-bicho, mata-paixão, mateus, mé, melé, meleira, meropéia, meu-consolo, miana, mijo-de-cão, mindorra, minduba, mindubinha, miscorete, mistria, moça-branca, moça-loura, molhadura, monjopina, montuava, morrão, morretiana, muamba, mulata, mulatinha, muncadinho, mundureba, mungango, não-sei-quê, negrita, nó-cego, nordígena, número-um, óleo, óleo-de-cana, omim-fum-fum, oranganje, oroganje, orontanje, oti, otim, otim-fifum, otim-fim-fim, panete, parati, parda, parnaíba, patrícia, pau-de-urubu, pau-no-burro, pau-selado, pé-de-briga, péla-goela, pelecopá, penicilina, perigosa, petróleo, pevide, pílcia, pilóia, pilora, pindaíba, pindaíva, pindonga, pinga, pingada, pinga-mansa, pinguinha, piraçununga, piribita, pirita, pitianga, pitula, porco, porongo, preciosa, prego, presepe, pringoméia, pura, purinha, purona, puxa-faca, quebra-goela, quebra-jejum, quebra-munheca, quindim, rama, remédio, restilo, retrós, rija, ripa, roxo-forte, salsaparrilha-de-brístol, samba, santa-branca, santamarense, santa-maria, santinha, santo-onofre-de-bodega, semente-de-arrenga, sete-virtudes, sinhaninha, sinhazinha, sipia, siúba, sorna, sumo-da-cana, sumo-de-cana-torta, suor-de-alambique, suor-de-cana-torta, supupara, suruca, tafiá, tanguara, teimosa, teimosinha, tempero, terebintina, tiguara, tindola, tíner, tinguaciba, tiguara, tiquara, tira-calor, tira-juízo, tira-teima, tira-vergonha, titara, tiúba, tome-juízo, três-martelos, três-tombos, uca, uma-aí, unganjo, upa, urina-de-santo, vela, veneno, venenosa, vinho do mel da cana, virge, virgem, xarope-de-grindélia, xarope-dos-bebos, xarope-galeno, ximbica, ximbira, xinabre, xinapre, zuninga.

(Fontes: essa e essa)

12/05/2011

Jantarzinho no metrô

Posted in Filmes/TV tagged , , , , , , às 11:43 am por Paula R.

Que tal ser convidado de surpresa para uma degustação nos trens do metrô? E eu não estou falando de comer um salgado no caminho do trabalho para a faculdade, o que quase todo mundo já precisou fazer. O grupo NYC Dining Car, de Nova York, divulgou recentemente um vídeo, no qual proporciona a um grupo de convidados uma verdadeira viagem gastronômica.

Não entendi direito no que consiste o projeto. Num primeiro momento, pensei que era a prova de algum reality show de comida, no estilo Top Chef, mas acho que eles estão mais para um grupo de teatro que trabalha com comida. Pelo que li por aí, na gravação, os passageiros foram convidados a avaliar pratos de diversos restaurantes da cidade. Eu bem que queria participar de um desses!

Infelizmente, não consegui usar o código do YouTube, que estava dando erro, mas você pode ver o vídeo na página oficial do grupo http://nycdiningcar.com/ ou aqui.

08/05/2011

Dono da coroa

Posted in Por aí tagged , , , , , , às 9:42 am por Paula R.


“Med noma ønsker vi at tilbyde et personligt, nordisk gourmetkøkken, hvor typiske tilberedningsmetoder, nordiske råvarer og vores fælles madkulturelle arvegods, udsættes for en innovativ gastronomisk tankegang.” Caso não tenha entendido, saiba que é assim que se descreve em sua língua natal o restaurante Noma, eleito o melhor do mundo há algumas semanas.

Receber o título de melhor qualquer coisa é uma grande responsabilidade. Acredito que a alcunha por si só gere nas pessoas a pergunta imeditada: “Será?”. Esse tipo de troféu também levanta o pessoal do contra, que está sempre pronto para listar um sem número de defeitos que o laureado tem e que seu restaurante preferido não.

Apesar disso, nesse caso, acho difícil conhecer alguém que tenha visitado o Noma. Ele não fica na aclamada Paris, na consagrada Toscana ou na badalada Nova York. O Noma fica na tão tão distante Dinamarca, até então, longe dos holofotes do circuito gastronômico.

A casa ganhou, pela segunda vez, o prêmio do S. Pellegrino World’s 50 Best, o ranking badalado no meio – que eu, confesso, não conhecia – promovido pela revista inglesa “Restaurant”; o brasileiro DOM, do Alex Atala, ficou em sétimo. Instalado no prédio de um armazém do século XVIII, no cais do Porto de Copenhague, o Noma consiste em doze mesas (40 lugares) dispostas num ambiente rústico, com vista para o canal de Nyhavn.

A comida

O chef René Redzepi, de 33 anos, se dedica à criação de pratos com ingredientes da região, como banha de porco, leite de cabra, algas, frutos do mar e folhas de azedinha (trevos?). Ele busca resgatar tradições – comidas de viking! –, prioriza itens orgânicos, muitos deles colhidos no dia pela própria equipe. Os únicos produtos que não são dinamarqueses são os vinhos, café e chocolate.

Alguns exemplos de pratos que encontrei em matérias por aí são: bolinhos de massa de panqueca recheados com peixinhos finlandeses, carne de veado com picles de beterraba, ovos de papagaios do mar da Islândia, ostra servida com água do mar e algas, filé mignon cru coberto por folhas de azedinha e aipo assado na manteiga de leite de cabra com trufas negras da ilha de Gotland (SUE). Um dos mais excêntricos talvez sejam os camarões vivos que são passados no molho de manteiga pelo próprio cliente, que o matam na mordida. Esse eu não encarava.

Não há luxo ou talheres de prata no Noma, as entradas são comidas com as mãos, mas o pratos têm uma apresentação elaborada. A comida só é servida em menus de sete ou 12 etapas, que custam R$ 340 ou R$ 430, respectivamente.  Se tiver interesse, ligue agora. A lista de espera da reserva é de três meses.


> Ele também têm um livro de receitas do restaurante. Encomendas aqui.

Algumas matérias sobre a experiência de comer no Noma:

> Melhor restaurante do mundo, Noma, na Dinamarca, tem excentricidades
> A cozinha de Rene Redzepi, do Noma
> Noma prato a prato
> A comida me mordeu. Mordi de volta

(Fotos: clique em cima para saber de onde vieram)

04/05/2011

Biblioteca ampliada

Posted in Sopa de Letrinhas tagged , , , , , , , , às 11:59 pm por Paula R.

Os últimos meses andaram corridos por essas bandas e, além de não conseguir escrever com a mesma frequência diária, ainda me dei conta que acabei deixando passar alguns temas que mereciam destaque. Um deles é sobre os livros que ganhei no meu aniversário – que aconteceu em janeiro.

Por conta da falta de tempo, ainda não comecei nenhum, mas estou muito curiosa para ler todos. Vou contar um pouco de cada e volto para uma resenha mais detalhada com a leitura concluída.

O homem que comeu de tudo (Companhia das Letras) reúne uma série de artigos de Jeffrey Steingarten, crítico gastronômico da Vogue americana desde 1989. Pelo que parece, o ex-advogado – que sofre de compulsão por comida – sai em busca dos melhores e mais exóticos pratos pelo mundo afora. Acho que esse vai ser o primeiro da minha lista, pois tem textos curtos e é mais fácil de ler no metrô. Destaque para a “mordida” nas folhas do livro, no canto superior direito, que dá todo o charme.

Uma história comestível da humanidade (Ed. Zahar) foi escrito por Tom Standage, editor da revista The Economist, e é um olhar interessante sobre a relação do curso da história com os alimentos. “Ao longo do tempo, os alimentos fizeram mais do que simplesmente proporcionar sustento; eles agiram como catalisadores da transformação e da organização social, da concorrência geopolítica, do desenvolvimento industrial, do conflito militar e da expansão econômica”, diz um parágrafo da introdução.

Amor se faz na cozinha (Bertrand Brasil), além de ter sido muito bem recomendado por uma amiga, o livro de Márcia Frazão já me ganhou pela dedicatória: “Este livro é dedicado aos que engolem o mundo com gula e que têm sempre, para o amor, o olho maior do que a barriga”. Escrito por uma bruxa anarco-feminista, como ela mesma se define em seu blog, o livro aproxima a arte de cozinhar/comer à da sedução. O livro é recheado de receitas como Ninhos de Afrodite, Caldo das Ninfas, Frutas do Jardim do Éden, Molho de Eros e por aí vai.

As grandes receitas de Ofélia (Gold Editora) foram reunidas em um formato bem prático: fascículos temáticos de 50 páginas para a gente poder levar para a cozinha apenas um volume pequeno com a receita escolhida. São doze temas, de Massa & Molhos a Pratos Rápidos & Light, passando por Doces & Sobremesas, Lanches & Sanduíches e outros tantos. Deu fome.

(Fotos: clique sobre as imgs para saber de onde vieram)

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