30/06/2011

Tapioca é tudo de bom

Posted in Por aí tagged , , , às 4:25 pm por Paula R.

Registro dos cafés-da-manhã em Fortaleza: tapioca de coco com leite condensado e suco de cajá. Já estou com saudade!

(Foto: Paula R.)

Sorveteria da boa

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , , , às 1:27 am por Paula R.


Nessa viagem, a fruta da vez foi o cajá. Tomei suco, sorvete, caipirinha… Cupuaçu e graviola até apareciam aqui e ali, mas confesso que senti um pouco de falta de variedade de opções de frutas regionais, principalmente se comparado com a fartura que encontrei em Recife e Salvador.  Seria a época?

Até na sorveteria 50 Sabores, me impressionei com a quantidade de opções que não eram de frutas. O preço tinha cara de São Paulo – R$ 9 duas bolas –, mas valia à pena pela qualidade e pela quantidade. Optei pela dupla cajá e graviola, já que o de siriguela tinha acabado. Pena que não consegui provar o de murici, que é uma fruta típica da região, o de caju, de tamarindo… Fui na unidade de Mucuripe, um dos quatro endereços de Fortaleza.

Diante da carência de boas sorveterias que sinto em São Paulo, acho que já vou começar a campanha: “Quero uma 50 Sabores aqui”.

Serviço:
50 Sabores
Av. Beira Mar, 3958
Mucuripe – Fortaleza (CE)
Tel.: (85) 3032-5850
http://www.50sabores.com.br/

(Foto: Paula R.)

29/06/2011

Em terras cearenses

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , às 11:59 pm por Paula R.


Além do feriado, uma viagem a trabalho – e problemas com a internet 3G – me fizeram andar sumida nos últimos tempos. Viajei para Fortaleza a trabalho, mas consegui um dia livre para conhecer lugares lindos como as falésias de Morro Branco, a praia de Canoa Quebrada e as dunas do meio do caminho.

É claro que também fui interessada em experimentar comidas típicas, só que a missão não foi tão fácil assim. Logo de cara, fomos para uma barraca famosa na Praia do Futuro, a do Chico do Caranguejo, que não correspondeu às recomendações que tinha recebido. Não tinha patola de caranguejo nem capirinha de cajá (só de limão), a cerveja e a água de coco estavam quentes, os garçons não eram muito simpáticos… Acabei pedindo uma porção de patinhas do crustáceo e um escondidinho que veio gigante e, infelizmente, tivemos que deixar metade. Bons, apenas, mas a beleza e o clima da praia não têm preço.

No mesmo dia, tentamos jantar na Festa Junina da prefeitura, em Mucuripe, porém, não havia barraca de comidas típicas. Para compensar, o pessoal da organização que fomos visitar nos encheu de bolo de macaxeira, pamonha, bolo de queijo, cocada e até sorvete de tapioca nos outros dias. Uns amores!

(Fotos: Paula R.)

21/06/2011

Eu já sabia

Posted in Por aí tagged , , às 11:59 pm por Paula R.

(Via Skull Swap)

20/06/2011

Divagações sobre bebida

Posted in Bebidas tagged , , , , , , às 12:53 am por Paula R.


Preferir qualidade à quantidade é algo que vem acontecendo na minha vida também no campo das bebidas e isso não tem nada a ver com dieta – quando lembro de alguns tipos que encarava na época da faculdade, dá até um certo arrepio. Pode ser o fato de estar ficando menos paciente com bebedeiras e de ter um pouco mais de dinheiro, mas a verdade é que tenho notado algumas mudanças. Seriam sinais da idade? O destino inevitável é o uísque com robe de chambre? (risos)

O primeiro passo foram as tequilas, porém os vinhos e as cervejas “gourmet” estão na mira atualmente; sakês seguem na lista para serem descobertos. De vinho não entendo muito e até penso em fazer algum curso básico sobre o assunto, enquanto nem sonho em ter um iPhone e usar o aplicativo Hello Vino, que indica qual tipo é o mais recomendado para “harmonizar” com sua refeição.

Já em relação às cervejas, meu primeiro upgrade foi no último ano da faculdade – uma década atrás! – quando fui apresentada à Original e à Serra Malte. Outro marco foi minha viagem à República Tcheca, em 2008, onde tomei as melhores cervejas da minha vida – aceito desafio de belgas e alemãs! Quase todos os pubs tinham sua própria cerveja, a pints que chegavam a 1 ou 2 euros, sem contar a Pilsner Urquell, que foi a primeira pilsen do mundo e é uma delícia; só não tivemos tempo de fazer o passeio pelas instalações da fábrica.

Vale ressaltar que também não tenho paladar apurado, nem conhecimento sobre os tipos de cerveja e, por enquanto, minhas avaliações ficam no campo do “gosto” e “não gosto”. Outro dia mesmo adorei ter descoberto a lituana Svyturys Baltijos. E talvez parte da graça seja justamente esse processo de garimpo que resulta da combinação de preço, oportunidade, geografia, indicação…

Tenho curiosidade, por exemplo, de conhecer as belgas Deus, que tem um processo de produção peculiar, porém caríssimo, e a Delirium Tremens, que acho que já foi eleita a melhor cerveja do mundo em algum lugar-época-categoria que não faço ideia, mas que me encantou pelo nome, pelo rótulo e pelo elefantinho cor de rosa – acho que tem gente que vai querer me bater por escrever isso.

A descoberta do final de semana foi a jamaicana Red Stripe, de 1928, que provei no Asterix a R$ 18,90 a garrafa de 710 ml. Achei a cerveja um pouco sem gás – seria problema de armazenamento? –, mas gostosa e refrescante. Pensar que, provavelmente, foi com a Red Stripe que boa parte dos jamaicanos comemorou a independência da Inglaterra, em 62, deixa a experiência mais interessante. A garrafa também merece um comentário à parte, com um formato de vidro de xarope e rótulo impresso. Outra para a nova coleção.

> Saiba mais no site da cerveja: http://www.redstripebeer.com/

(Foto: Elaine P. C., @elainepatty)

18/06/2011

Superprodução

Posted in Bebidas, Filmes/TV tagged , , , às 11:59 pm por Paula R.

Nunca tomei Sapporo, apesar de ter algumas latinhas na minha antiga coleção, mas é sempre bom ver comerciais de cerveja sem mulheres de biquini ou churrasco. Parece que o filme é do ano passado.

> Via Marcelo Katsuki

15/06/2011

Kit Kat is back

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , às 11:59 pm por Paula R.


Acho que a notícia do dia do mundo gastronômico foi o anúncio da volta do Kit Kat ao Brasil. Há mais de uma década sem ser produzido por aqui, o chocolate figurava entre os itens mais pedidos pelos saudosistas – confesso que fazia coro com eles, ao menos em pensamento.

Minha última lembrança da iguaria foi a prova de vestibular da Unesp, em dezembro de 1996, para a qual levei apenas uma garrafinha de água e um Kit Kat por dia. E deu sorte! Com isso, posso afirmar que a data do sumiço do item por aqui não foi 1994, como disse o texto em que li a novidade.

Fiquei animada, mas resta saber se o novo Kit Kat vai atender a todas as expectativas das minhas memórias – que o diga o Brown Cow.

(Foto: reprodução daqui)

13/06/2011

Fondue de chocolate

Posted in Receitas de doces tagged , , , , , às 4:34 pm por Paula R.

Fácil – Porção para 8 pessoas

Ingredientes:

500g de chocolate ao leite
100g de chocolate meio amargo
2 caixinhas de creme de leite
5 colheres (sopa) de conhaque
Aparelho de foundue (ou vasilha e panela para banho-maria)

Acompanhamentos:

1 pacote de bolacha wafer picada em três partes
2 cachos de uva rubi
3 caixas de morangos
4 bananas cortadas em rodelas

Modo de preparo:

– Rale ou pique os chocolates.
– Na vasilha de fondue, misture os chocolates e o creme de leite. Ligue o fogo e mexa constantemente – também é possível fazer no fogão, em banho-maria. Verifique se é preciso diminuir a intensidade do fogo para não pegar no fundo.
– Quando o chocolate estiver derretendo, mas com alguns pedaços, acrescente o conhaque e continue mexendo. A mistura estará pronta quando o líquido estiver uniforme.
– Desligue o fogo. Para comer, basta espetar os acompanhamentos na ponta dos garfinhos e molhar no fondue.

:. Historinha…

Há tempos não comia fondue, apesar de gostar bastante. Achava os rodízios caros ou muito lotados e não tinha jogo de fondue – brincava que era por não ter tido “lista de casamento”. Coincidentemente, eu e minha mãe ganhamos aparelhos no início do ano, mas não tínhamos usado ainda. Nesse final de semana, debutamos o dela com uma receita de chocolate inventada a várias mãos, cheia de palpites e espiadas na internet. A coisa é simples e acho que dificilmente dá errado. Provamos até com morango e abacaxi desidratados. Também testamos uma pequena porção com Drambuie, um licor de uísque, no lugar do conhaque e ficou uma delícia!

(Fotos: Paula R.)

10/06/2011

Nações Unidas

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , , às 4:55 pm por Paula R.


Passeios de maria fumaça para lembrar a chegada dos imigrantes. Perdemos o horário da viagem, mas conseguimos fotografar.

Quando era pequena e morava no interior, adorava participar da Festa das Nações, que era quando a gente podia comer comida japonesa, bolinho de bacalhau ou um crepe Suzette no mesmo lugar. Sempre tinha também um parque de diversões e muito “footing”, como se dizia. A Festa do Imigrante que conheci no ano passado talvez seja o mais próximo desse evento que encontrei aqui em São Paulo.

Em 2010, fiquei encantada com os quitutes poloneses, que, infelizmente, não estavam presentes na edição desse ano. Mas um dos encantos da festa é justamente a descoberta da pluralidade cultural. Novamente acertamos em chegar cedo – às 10h30 estávamos lá e pudemos percorrer todas as barracas e conferir os pratos que faziam parte do menu.

É claro que sempre há mais opções tentadoras do que aguentamos comer, por isso contávamos com a experiência dos amigos para ajudar na decisão da próxima escolha.

Começamos pela barraca da Índia com samosas, pasteizinhos vegetarianos que conheci no Tandoor. Estavam sequinhos e duas unidades saíam por R$ 5. Gostei também do molhinho levemente doce e picante que tinha para acompanhar.

O vareneckes acebolado com recheio de batata, de Israel, foi uma tentativa de substituir o vazio deixado pelo pierogi polonês, mas, infelizmente, foi o único item da festa que decepcionou. Era caro (R$ 8), meio sem gosto e meio borrachento – talvez por ter sido esquentado no microondas.

Pra acompanhar a massa, compramos uma panqueca russa de carne, que não tinha nada diferente da nossa, exceto a falta de molho vermelho, porém estava bem gostosa.

Uma das minhas barracas favoritas foi a da Lituânia, onde comemos um combo com três pratos, que, infelizmente, não anotei o nome – um era feito com batata e cebola, outro com batata e bacon, além de uma panqueca de pernil. Pra completar, a melhor descoberta do dia: a cerveja lituana Baltijos (esq.), tipo dark red, da Svyturys, marca de 1784. No lugar do rótulo, a garrafa tem o brasão em relevo; trouxe para casa de lembrança.

Para terminar a cerveja, fechamos com um mix de salsichas alemãs, compartilhada com os amigos em frente ao palco com danças típicas.

Havia inúmeras opções de apfelstrudel e estava decidida a provar um; o engraçado é que optei pelo da barraca da República Tcheca. Estava gostoso, porém um pouco gelado por conta do clima – quentinho e com uma bola de sorvete de creme acho que ficaria melhor.

Aliás, os doces da República Tcheca foram nossos favoritos e o grande vencedor do dia foi o folhado com creme de vinho. Divino!

(Fotos: Paula R.)

09/06/2011

Torresmo à milanesa – Adoniran Barbosa

Posted in Música tagged , , , às 11:59 pm por Paula R.


O enxadão da obra bateu onze hora
Vam s’embora, João!
Vam s’embora, João!
O enxadão da obra bateu onze hora
Vam s’embora, joão!
Vam s’embora, joão!

Que é que você troxe na marmita, Dito?
Troxe ovo frito, troxe ovo frito
E você beleza, o que é que você troxe?
Arroz com feijão e um torresmo à milanesa,
Da minha Tereza!

Vamos armoçar
Sentados na calçada
Conversar sobre isso e aquilo
Coisas que nóis não entende nada
Depois, puxá uma páia
Andar um pouco
Pra fazer o quilo

É dureza João! (4x)

O mestre falou
Que hoje não tem vale não
Ele se esqueceu
Que lá em casa não sou só eu

(Foto: autor desconhecido. Reprodução daqui)

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