10/06/2011

Nações Unidas

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , , às 4:55 pm por Paula R.


Passeios de maria fumaça para lembrar a chegada dos imigrantes. Perdemos o horário da viagem, mas conseguimos fotografar.

Quando era pequena e morava no interior, adorava participar da Festa das Nações, que era quando a gente podia comer comida japonesa, bolinho de bacalhau ou um crepe Suzette no mesmo lugar. Sempre tinha também um parque de diversões e muito “footing”, como se dizia. A Festa do Imigrante que conheci no ano passado talvez seja o mais próximo desse evento que encontrei aqui em São Paulo.

Em 2010, fiquei encantada com os quitutes poloneses, que, infelizmente, não estavam presentes na edição desse ano. Mas um dos encantos da festa é justamente a descoberta da pluralidade cultural. Novamente acertamos em chegar cedo – às 10h30 estávamos lá e pudemos percorrer todas as barracas e conferir os pratos que faziam parte do menu.

É claro que sempre há mais opções tentadoras do que aguentamos comer, por isso contávamos com a experiência dos amigos para ajudar na decisão da próxima escolha.

Começamos pela barraca da Índia com samosas, pasteizinhos vegetarianos que conheci no Tandoor. Estavam sequinhos e duas unidades saíam por R$ 5. Gostei também do molhinho levemente doce e picante que tinha para acompanhar.

O vareneckes acebolado com recheio de batata, de Israel, foi uma tentativa de substituir o vazio deixado pelo pierogi polonês, mas, infelizmente, foi o único item da festa que decepcionou. Era caro (R$ 8), meio sem gosto e meio borrachento – talvez por ter sido esquentado no microondas.

Pra acompanhar a massa, compramos uma panqueca russa de carne, que não tinha nada diferente da nossa, exceto a falta de molho vermelho, porém estava bem gostosa.

Uma das minhas barracas favoritas foi a da Lituânia, onde comemos um combo com três pratos, que, infelizmente, não anotei o nome – um era feito com batata e cebola, outro com batata e bacon, além de uma panqueca de pernil. Pra completar, a melhor descoberta do dia: a cerveja lituana Baltijos (esq.), tipo dark red, da Svyturys, marca de 1784. No lugar do rótulo, a garrafa tem o brasão em relevo; trouxe para casa de lembrança.

Para terminar a cerveja, fechamos com um mix de salsichas alemãs, compartilhada com os amigos em frente ao palco com danças típicas.

Havia inúmeras opções de apfelstrudel e estava decidida a provar um; o engraçado é que optei pelo da barraca da República Tcheca. Estava gostoso, porém um pouco gelado por conta do clima – quentinho e com uma bola de sorvete de creme acho que ficaria melhor.

Aliás, os doces da República Tcheca foram nossos favoritos e o grande vencedor do dia foi o folhado com creme de vinho. Divino!

(Fotos: Paula R.)

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6 Comentários »

  1. E viva a orgia gastronômica que nunca nos decepciona!! 🙂

    Beijão!

  2. miriam said,

    HÃÃÃNNNNN!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Deu água na boca !

  3. Carol said,

    Pra variar vc me deixa passando vontade!!!Onde arrumo um folhado de creme de vinho por essas bandas?kkkkkk

  4. Rafael said,

    A cerveja tava realmente muito boa. Forte, com um sabor agradável e marcante. O combinado deles tb foi uma boa pedida. Foi o que mais sustentou nessa comilança toda. Ambos combinaram perfeitamente com o clima frio do dia. A Lituânia matou a pau nesta edição da festa!

  5. Quando foi???

  6. […] do “gosto” e “não gosto”. Outro dia mesmo adorei ter descoberto a lituana Svyturys Baltijos. E talvez parte da graça seja justamente esse processo de garimpo que resulta da combinação de […]


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