30/08/2011

Cada vez mais cara

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , às 11:58 am por Paula R.

Desde que descobri a Restaurant Week me tornei adepta. Adoro conhecer lugares novos, principalmente aqueles com cifras mais altas, que não são muito viáveis para o dia a dia. RW para mim era isso: comer bem, pagando pouco. Infelizmente, desde que fui a primeira vez, os preços não param de subir – de abril para cá, por exemplo, o almoço foi de R$ 29,90 para R$ 31,90 e o jantar de R$ 39,90 para R$ 43,90.

Foi um balde de água fria quando vi a notícia hoje. Cá entre nós, muitos dos restaurantes participantes não valem esse preço ou podem ser visitados em dias comuns, pois a média dos pratos é essa mesmo. Nessa edição, vou tentar escolher bem onde comer para valer a pena ou apostar em opções certeiras já visitadas.

A 9ª edição do evento acontece de 5 a 18 de setembro.

Minhas dicas para aproveitar melhor a RW:

  • Bebidas, serviço e couvert não estão inclusos no preço, portanto, fique de olho para não assustar com a conta;
  • É melhor ligar para ver se é preciso reservar mesa. Alguns restaurantes só aceitam reserva, apesar de não constar nada no site do evento – descobri isso na última edição com o Shintori;
  • Diversos mapas presentes no site indicam o lugar errado. É mais garantido colocar o endereço no Google Maps;
  • Preste atenção no período em que o restaurante se inscreveu na RW – alguns só oferecem cardápio especial no almoço ou na janta;
  • Dica óbvia: se o menu dos dois períodos é o mesmo, tente ir na hora do almoço para sair mais barato;
  • Visite o site da SP Restaurant Week para pesquisar as casas participantes e conferir o cardápio oferecido.
  • Não deixe de doar pelo menos R$ 1 para a ONG Ass. Comunitária Monte Azul.
> Para conferir posts antigos sobre a RW: http://migre.me/5Av0z

(Img: reprodução do site oficial)

28/08/2011

Presentes

Posted in Por aí tagged , , , , , às 5:32 pm por Paula R.

Quem não gosta de ganhar uma comidinha de presente? Não sei se é senso comum, mas eu adoro. E acho que meus amigos já notaram isso. Estava aqui pensando em qual seria meu próximo post – ok, o do Izakaya Issa está na fila e deve sair em breve – e me dei conta que esse mês de agosto esteve recheado de coisas gostosas.

Para beber, foram uma caixa de Twinings sabor Traditional Afternoon, para o “chá das cinco”, que meu amigo trouxe de recordação de Londres. Já minha chefe maranhense garantiu uma lata comemorativa do Guaraná Jesus, com ilustração do bumba meu boi. Uma graça.

Uma tia ainda trouxe um chocolate Lindt meio amargo, meu favorito na adolescência, e minha amiga comprou uma carne defumada no Tirol italiano, que lembra o presunto parma – pelo menos na aparência, pois ainda não abri. Estou curiosa.

Diretamente da fábrica na Irlanda, minha prima de Recife nos presenteou com um ímã-abridor de garrafas da Guinness, que já está enfeitando minha geladeira. Não bastasse o souvenir, ela ainda trouxe dois bolos de rolo da Casa dos Frios, um de chocolate e um de goiaba, que eu adoro.

Isso é para tirar qualquer má fama que o mês de agosto tenha, hein?

(Img: reprodução daqui)

25/08/2011

Bala de coco

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , às 12:03 pm por Paula R.

Balas de coco eram doces obrigatórios das festinhas de aniversário da minha infância. Ninguém próximo colocava realmente a mão na massa, mas tenho lembranças nítidas de ajudar a embrulhá-las em papel colorido e arrumar nos potes que enfeitavam a mesa, ao lado dos brigadeiros. Lembro da minha mãe falando que era muito difícil fazer balas de coco, pois era preciso esticar a massa diversas vezes e devia cansar os braços.

Com o passar do tempo, o doce foi perdendo a popularidade (e até a qualidade) e eu já tinha desistido de prová-lo nos aniversários por aí. Muito açúcar para pouco sabor não é uma equação promissora para quem está de dieta. Mas isso foi até o aniversário do Francisco, meu sobrinho postiço. No fim da festa, despretensiosamente desembrulhei uma bala de coco, que agora vem em embalagens mais moderninhas, e voltei no tempo uns 20 anos. Macia, de derreter na boca, com gosto de coco e não só de açúcar. Desencanei da balança, arrematei umas cinco seguidas e ainda levei um pouco para casa.

Quem providenciou a iguaria foi a avó do aniversariante, que encomendou com uma moça de Caçapava, daquelas que seguem uma receita das antigas e fazem o leite de coco da própria fruta, sabe? Não? Nem eu, mas dá para imaginar. Só sei que foi a melhor bala que comi nas últimas décadas – afinal, das memórias da nossa infância, não há sabor que ganhe.

Serviço (para quem mora no Vale):
Isaura – Bala de coco
Tel.: (12) 3652-6959

(Foto: reprodução daqui)

 

23/08/2011

Physalis com cachaça

Posted in Bebidas tagged , , , , , , às 2:58 pm por Paula R.

Depois da minha experiência não muito animadora com a pitaya, foi a vez de provar a physalis (ou fisalis), fruta que eu só conhecia por meio de blogs de doces refinados, como o Chocolatria. Suas “folhas” – algum botânico me confirma se são folhas ou pétalas? – parecem feitas de uma renda delicada quando secas e garantem a decoração dos pratos. Pequena como um tomate cereja e da cor da seriguela, típica do Nordeste brasileiro, tem um sabor peculiar, mais para o azedo, que não consigo associar a nenhum outro. Deve ficar boa em geleias.

É claro que a maneira como provei a fruta quase não tinha como dar errado: uma caipirinha do Veloso. Ou melhor, do Brasamora – mas a gente sabe que é tudo a mesma coisa. As casas são famosas por suas coxinhas e pelas caipirinhas de primeira. Alguns tipos nem constam do cardápio e são “criações do dia”, como essa de physalis com abacaxi que experimentei por recomendação da minha amiga que estava comemorando o aniversário no bar. Achei a combinação incrível e fiquei curiosa para ver como se dá com chocolate. Não consigo imaginar.

Rica em vitaminas A e C, a physalis faz muito sucesso na Europa e quase não é produzida no Brasil. Segundo a Wikipedia, porém, ela é originária da Amazônia e dos Andes e o maior país produtor é a Colômbia, onde é conhecida como “uchuva”. Pelo que vi no Globo Rural, por aqui ela é chamada ainda de camapum, saco-de-bode, mulaca, joá (ou juá) e joá-de-capote. Vale ressaltar que também é conhecida como juá a planta Solanum mammosum, que é tóxica; o nome científico da que estou falando é Physalis angulata.

O preço da physalis ainda é alto, acho que beira os cem reais o quilo. Portanto, se tiver a oportunidade de tomar uma caipirinha pelo preço padrão ou comer um doce em casamentos, não deixe passar.

(Fotos: reprodução dos sites do Globo Rural e Chocolatria. Clique sobre as imagens)

18/08/2011

Imagem do dia

Posted in Por aí tagged , , , às 3:16 pm por Paula R.


(Img: autor desconhecido)

16/08/2011

Casamento na livraria

Posted in Por aí tagged , , , , , , às 11:00 am por Paula R.

Adoro ideias de casamentos que fogem do padrão, gastam pouco e, principalmente, têm a cara dos noivos. Detalhes charmosos, itens produzidos pela família, enfeites ecológicos… Dia desses, pesquisando sobre o tema para ajudar na organização da festa da minha prima, uma amiga me indicou o link das bodas de uns amigos que aconteceram numa livraria. Isso mesmo, numa livraria!

Nunca tinha imaginado algo assim, mas, pelas fotos, achei incrível e combinou muito com os noivos estilosos. Com os grandes autores ao fundo, nem foi preciso muito investimento na decoração e o cenário ficou uma graça. As flores, arrumadas em latas de achocolatado e molhos, receberam rótulos com design antigo e completaram os enfeites da mesa. Aprovadíssimo!

(Essa foto em P&B que escolhi para abrir o post parece cena de filme.)

:. Dica da Eti.

(Fotos: Danilo Siqueira)


15/08/2011

Highway to hell

Posted in Bebidas tagged , , , às 4:30 pm por Paula R.

A notícia que vi hoje é para animar os fãs do AC/DC. A banda australiana agora estampa os rótulos de quatro tipos de vinho da adega Warburn Estatede, de seu país natal. São eles: Back in black (shiraz), You shook me all night long (moscato), Highway to hell (cabernet sauvignon) e Hells bells (sauvignon blanc).

O lançamento está previsto para o final dessa semana. A princípio, as vendas serão apenas locais, mas devem alcançar o mercado mundial em breve.

Enquanto isso, quem quiser brindar com Kiss e Mothorhead pode encontrá-los aqui e aqui.

(Foto: reprodução daqui)

12/08/2011

Dia de Big Mac

Posted in Por aí tagged , , , , , às 12:44 pm por Paula R.

Quem me conhece ou acompanha o blog sabe que não sou lá muito fã do Mc Donald’s, comendo na rede raramente. Mas, desde a época da faculdade, eu e meus amigos nos propomos a almoçar por lá ao menos uma vez ao ano: o Mc Dia Feliz. O evento cai no último sábado do mês de agosto, ou seja, esse ano é dia 27 de agosto.

A renda obtida com a venda de Big Macs, o lanche mais famoso da rede, será revertida para centros de tratamento no Brasil, beneficiando cerca de 30 mil crianças e adolescentes com câncer no Brasil. A 23ª edição da campanha destinará recursos a cerca de 60 instituições.

Já estão sendo vendidos “vales-Big Macs” antecipados, por R$ 9,75, para serem trocados nos restaurantes McDonald’s de todo o país. Pelo que entendi, a renda das vendas são distribuídas regionalmente, por isso, a versão do tíquete antecipado é uma boa opção, pois possibilita escolhermos a instituição que queremos ajudar. Eu, por exemplo, vou comprar os que estão sendo vendidos no Hospital do Câncer de Barretos, que faz parte da história da minha família há 3 anos e cujo bom trabalho acompanhamos de perto.

Segundo o site da rede, “o McDia Feliz é o dia de maior movimento no ano nos restaurantes McDonald’s. Em 2010, apenas no dia 28 de agosto, foram vendidos mais de 1,4 milhão sanduíches Big Mac em todo em todo o país, o que contribuiu para a arrecadação recorde de R$ 13 milhões”.

> Para conhecer todas as instituições participantes, acesse: www.instituto-ronald.org.br.

> Visite também: http://www.cliquecontraocancer.com.br/.

11/08/2011

Café da manhã

Posted in Por aí tagged , , , , , , às 3:41 pm por Paula R.


Um dito popular diz que a gente deve tomar café da manhã “como um rei” e depois ir reduzindo a quantidade de comida ao longo do dia. Porém, hoje já se sabe que o importante mesmo é fazer cinco refeições por dia, com cardápios balanceados. E a primeira delas é justamente o café da manhã, que muitas vezes é negligenciado.

Depois que comecei a fazer dieta, ando mais preocupada com isso, tento comer de três em três horas, alimentos mais saudáveis, mas ainda tem muita gente que toma só um cafezinho preto e já sai trabalhar. Ontem, participei pela primeira vez de uma coletiva realizada para imprensa, blogueiros e formadores de opinião, que fui convidada pelo Órfã. Legal, né? O evento era sobre o lançamento de uma campanha promovida pelo segmento de cereais da Nestlé chamada “Café da manhã é + do que você imagina”.

O foco eram os hábitos alimentares matinais da criançada, uma vez que uma boa refeição logo cedo ajuda a dar energia para o restante do dia e pode melhorar o desempenho escolar – na época que eu estava prestando vestibular, lembro de ter lido uma matéria que falava sobre as vantagens de comer “sucrilhos” antes de ir para a aula. Outra preocupação são os problemas causados pela falta de cálcio e ferro, já identificados nas crianças do Brasil.

A empresa apresentou os resultados de uma pesquisa com mães brasileiras, que, apesar de saberem a importância da refeição, nem sempre têm tempo para preparar algo balanceado ou mesmo paciência para insistir com os filhos que não têm fome de manhã.

Na ocasião, estavam presentes as atrizes Malu Mader (a mais engraçada), Julia Lemmertz e Maria Paula, que deram seus depoimentos como mães, e os profissionais Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a professora Sílvia Franciscato Cozzolino, nutricionista da Universidade de São Paulo (USP). Segundo eles, o café da manhã ideal deve conter:

  • 1 porção de cereais, de preferência integrais (fonte de fibras): flocos de milho ou arroz, como corn flakes, pães, torradas;
  • 1 porção de leite ou produtos lácteos (fonte de cálcio, que pode ser enriquecida com ferro): leite, queijo, iogurte; e
  • 1 porção de frutas (fontes de vitaminas e minerais): frutas in natura, sucos ou geleias.

No evento, também foram oferecidos vários produtos Nestlé que podem ser consumidos no café da manhã – até Nespresso! –, mas eu fiquei só nos cereais: o tradicional Corn Flakes e experimentei o Nescau e o Crunch, que é bem crocante.

> Veja os números da pesquisa da MarketTools: Fact_Sheet_Levantamento

> Para mais informações sobre o tema, visite o site: www.maisdoquevoceimagina.com.br (A matéria sobre o evento está aqui)

(Fotos: divulgação do evento + Paula R.)

09/08/2011

Chef do Ano – ABC Paulista

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , às 11:27 am por Paula R.

Provavelmente, eu não faria esse post em outros tempos, sendo que são pequenas as chances de conhecer o restaurante Baby Beef Jardim, que foi eleito pela quinta vez o melhor “variado” pela Veja Comer & Beber ABC. Mas isso se o chef do ano Fernando Lima não fosse irmão de um grande companheiro do trabalho.

Sua trajetória começou aos 9 anos em uma padaria na zona leste, passando por cursos no Senac (Hotel São Pedro) e na França, onde conheceu o chef Michel Darqué, que se tornaria seu mentor. O título de chef do ano foi conquistado pelo cardápio franco-italiano que criou com toques brasileiros.

Franklin, o irmão, me contou que Fernando gosta de inventar receitas com o que encontra na despensa da mãe e nunca se contenta em fazer um simples arroz com feijão. “Ele cozinha bem mesmo e os meus pratos favoritos são os risotos”, conta. Para quem quiser provar, aos domingos, o Baby Beef Jardim oferece um festival gastronômico de massas, risotos e carnes a R$ 79,50. Deu vontade.

A edição da revista também traz os vencedores nas categorias O melhor brasileiro, A melhor carne, A melhor pizzaria e O melhor bom e barato, entre outros. Confira: http://migre.me/5sjGo

Serviço:
Baby Beef Jardim
Rua das Bandeiras, 166
Jardim – Santo André (SP)
Tel.: (11) 4436-7869

(Foto: reprodução do site da Comer & Beber ABC)

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