27/11/2011

Imagem do dia

Posted in Por aí tagged , , , , às 11:59 pm por Paula R.


Ontem fui madrinha de casamento de uma grande amiga – foi a sétima vez que desempenhei esse papel e é sempre uma emoção! Porém, pela primeira vez, ganhei presentinho por aceitar a honraria: uma caixa de madeira com espumante, cupcake e pães de mel com as iniciais do casal de padrinhos. Não é um mimo?

(Foto: Paula R.)

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23/11/2011

Mostarda do sul

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , às 5:18 pm por Paula R.

Minha amiga Taís tem sido uma fiel escudeira desse blog. Já protagonizou mais de uma Aventura Gastronômica, foi minha companhia várias vezes na última Restaurant Week, em Minas, Fortaleza, na Festa do Imigrante e até no grego do Bom Retiro. Depois de ter morado em Porto Alegre, também contrabandeou alguns itens diretamente de lá, como o Xima.

A contribuição dessa vez foi a mostarda Ribs extra forte, denominação que lhe confere um ardido gostoso, pelo menos para mim, pois não permanece na língua, como os de pimenta. O meu exemplar veio da capital gaúcha, mas recentemente descobri que também está à venda no Zaffari, supermercado sulista, que tem filial no Shopping Bourbon em São Paulo.

A mostarda é produzida pela Conservas Oderich, fundada em 1908, na cidade de São Sebastião do Caí (RS). Sua linha de produtos vai de condimentos a carnes em conserva, passando por compotas de frutas.

Serviço:
www.oderich.com.br
www.zaffari.com.br

(Foto: reprodução daqui)

20/11/2011

Fast food japonês

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , às 10:38 am por Paula R.

Já deixei claro por aqui que sou uma fã inveterada da culinária japonesa e, inclusive, tenho me dedicado a procurar restaurantes que se aproximem mais do que é comido na terra do sol nascente, sem muitos “abrasileiramentos”. A descoberta mais recente foi o Sukiya, que segundo meu cunhado mezzo brasileiro-mezzo japonês (e meu consultor para assuntos aleatórios orientais) é uma rede de fast food famosa por lá.

A franquia chegou a São Paulo em março – e eu só conheci há um mês! –  e não serve um sashimi ou sushi sequer. Os pratos são basicamente gyu-dons, cumbucas de arroz acompanhadas de carnes, e os carês, preparados de curry que também são acompanhados de gohan, entre outros. Os pratos variam do tamanho P ao GG.

Também há opção de montar “combos” adicionando acompanhamentos como missoshiro, kara ague (frango frito), salada, conserva agridoce e até batata frita. Já fui três vezes e cheguei à conclusão de que, para mim, o ideal é comer somente um prato M ou um P com acompanhamentos.

Até o momento, provei o frango teriaki (o menos interessante), um gyu-don de carne com molho de queijo e milho e o curry com kara ague, meu favorito. Detalhe: não consegui finalizar os pratos com os hashis tradicionais e, no curry, apelei até para a colher. Preciso praticar mais!

Em termos de comida rápida, boa e barata, o Sukiya é meu restaurante preferido atualmente. Com bebida, minhas refeições costumam sair por R$ 15. Parece que a primeira loja foi na Liberdade, mas já fui nas unidades da Domingos de Moraes (próximo ao metrô Santa Cruz) e Augusta, que é 24 horas.

Serviço:
Unidade Vila Mariana: R. Domingos de Moraes, 2258
Unidade Augusta: R. Augusta, 97
Unidade Paraíso: Rua Dr. Rafael de Barros, 64
Unidade Liberdade: Rua Vergueiro, 71

Mais em: www.sukiya-brasil.com.br

(Imgs: reprodução do site da rede)

17/11/2011

Memorabilia

Posted in Por aí tagged , , , às 3:39 pm por Paula R.

Delícia deparar com essa foto no Twitter e dar uma fugidinha rápida à infância no meio da tarde. Eu e minhas irmãs tínhamos os talheres e o pratinho quadrado, que acompanhava o jogo. As colheres ainda sobrevivem e sempre que vou comer sobremesa na casa dos meus pais dou um jeito de pegá-las; têm o tamanho ideal para iogurtes, pudins e sorvetes.

(Também estão por lá umas colheres tortas para dar papinha para bebês, mas acho que não eram práticas nem na época.)

(Foto: Rafael Mantesso, do Mkt na Cozinha, via @rafaelmantesso)

12/11/2011

Um grego no Bom Retiro

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , às 12:54 am por Paula R.


Nesse final de semana, me aventurei a procurar um vestido de madrinha de casamento na José Paulino. Talvez o único lugar pior para ir nessa época seja a seção de brinquedos da 25 de março, mas, como não dou ponto sem nó, aproveitei a empreitada para conhecer um restaurante que estava na minha lista há tempos: o Acrópoles.

Chegamos depois das duas da tarde e tivemos que pegar uma senha de espera, que não demorou muito a ser chamada – acho que o fato de estarmos em duas pessoas ajudou. O espaço é pequeno, decorado em branco e azul, com quadros turísticos da Grécia. As mesas ficam coladas umas nas outras e quase não há espaço para os garçons e clientes andarem. E os garçons gritam. Muito. É um pouco caótico para falar a verdade.

Quando perguntei pelo cardápio, me disseram que não havia um: o menu era escolhido diretamente no balcão da cozinha, olhando as formas com os pratos do dia. Dentre as opções, de cordeiro a frutos do mar, acabei optando por um clássico para não errar, a moussaka. Feito de batata, carne moída, berinjela e queijo, o prato estava uma delícia e acabei comendo mais do que deveria. O pedaço sai por R$ 30, mas é bem grande.

De entrada, dividimos meia salada de folhas, tomate, azeitona e queijo (R$ 18) e um pãozinho (R$ 1). Para fechar, um folhado de creme, que não tinha lá muita graça. O fato de não haver um cardápio à disposição é pitoresco, mas também acabou nos dando um susto com os preços na hora de pagar, com destaque para o refrigerante que saiu R$ 7 a lata – um tanto abusivo, não?

O dono da casa é um senhor simpático que passa entre as mesas perguntando como anda o atendimento e trazendo pedidos. Por ele e pela comida devo voltar novamente, mas preciso de um tempinho para assimilar as cifras.

Serviço:
Acrópoles
Rua da Graça, 364
Bom REtiro – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3223-4386
www.restauranteacropoles.com.br

(Fotos: Paula R.)

10/11/2011

De volta a Fortaleza

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , às 4:37 pm por Paula R.

É, a capital cearense ainda não me conquistou pelo estômago. Fui pela segunda vez a trabalho agora e fiquei com a mesma sensação de que a cidade não explora seus dotes gastronômicos para conquistar os visitantes, como fazem Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Salvador… Tive dificuldades para encontrar frutas regionais em sucos, caipirinhas ou sorvetes, e até pratos com frutos do mar fresquinhos, por exemplo.

De qualquer modo, sempre há experiências para compartilhar, é claro. Acompanhando as fotos em sentido horário, são elas:

CreParis: sou louca por camarão e a primeira tentativa foi esse crepe num restaurante no térreo do Hotel Praiano, na Beira Mar. O recheio era de camarão com queijos e espinafre. Bom estava, mas faltava “alguma coisa”. Fiquei com a sensação de que o crustáceo era congelado – hipótese reforçada mais tarde por uma amiga, que disse que era época de reprodução e a pesca estava proibida.

Coco Bambu: também na avenida Beira Mar, esse restaurante foi recomendado por amigas, taxistas e outdoors. A casa é toda de madeira, com terraços em dois níveis e interior com decoração de primeira, adega climatizada etc etc. A descrição dos pratos estava bem apetitosa, mas, como não tinha com quem dividir o menu, fiquei nas entradas. Pedi um escondidinho de camarão, que sofreu do mesmo mal do crepe, e um pastel de lagosta aos quatro queijos, que estava uma de-lí-cia – acho que a 1ª vez com uma lagosta a gente nunca esquece! Para acompanhar, caipirinha tropical feita de morango, kiwi e abacaxi, porque as frutas regionais deviam estar de férias. Mais

Cumbuco: essa é aquela típica foto que a gente tira só para mostrar que estava na praia, enquanto os amigos estavam trabalhando. O almoço num complexo bar-restaurante-clube, que se não me engano se chamava “Velas”, foi de iscas de beijupirá e purê de batata. Nada demais, mas a vista…

50 sabores: ah, como eu queria uma sorveteria dessas aqui em São Paulo! Com suas dezenas de sabores regionais, tradicionais e criativos, a pedida é sempre certeira – até sorvete de café arrisquei. Esse aí da foto é de iogurte com fragola de morango, que, imagino, seja um tipo de geleia. Mais

(Fotos: Paula R.)

06/11/2011

Tirando doce da boca de crianças

Posted in Filmes/TV às 9:49 am por Paula R.

Cuidado: cenas dramáticas.

Um programa de TV norteamericano propôs que os pais dissessem que tinham comido todos os doces que os filhos ganharam no Dia das Bruxas. Tirando o chororô previsto, algumas reações foram muito boas, como a da menina que fala “Dad, you are ugly!” e a do menino do pijama vermelho que deseja dor de barriga para os pais, mas mantém o ar blasé e a solidariedade ao irmão o tempo todo. Imbatível!