06/08/2014

O mundo cabe no Brás

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , , , , , às 10:38 pm por Paula R.

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Dia 26 de julho, fui na 19ª edição da Festa do Imigrante, que aconteceu no Museu do Imigrante, antiga hospedaria para quem chegava a São Paulo entre os séculos XIX e XX. Foi minha quinta participação no evento e sempre saí satisfeita com minhas descobertas. Infelizmente, desta vez, escrevo o post depois da festa ter acabado, mas acho que vale como algo para entrar na “to do list” do ano que vem.

Todo ano eu e meus amigos temos uma estratégia infalível: chegar às 10 horas. Parece cedo para já pensar em almoçar, mas é o tempo ideal para chegar, comprar as fichas e fazer o reconhecimento do local, olhar o que as barraquinhas estão oferecendo e ficar com dúvidas sobre por onde começar. Isso tudo antes da festa lotar.

Sempre tento evitar repetir pratos para ampliar meu repertório culinário, mas alguns revivals são inevitáveis. No total, gastei R$ 50 e saí muito bem alimentada, às 16h30. A festa também traz barraquinhas de artesanato, danças típicas – meu sobrinho adorou o “tambor japonês”! –, passeio de maria fumaça e, esse ano, contou com a reabertura do museu, que estava em reforma. A exposição está linda e muito bem montada! Vale à pena visitar.

Bulgária

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Na edição passada, fiquei com vontade das burekas búlgaras, uma espécie de salgado folhado em forma de “donut”, porém, quando fui provar, elas já haviam acabado. Este ano não quis perder a oportunidade, mas acabei sendo seduzida por um outro item da barraca: o tivenik também no formato redondo, o quitute era adocicado, com recheio de abóbora, damasco e nozes.

Uma delicinha. A unidade saiu por R$ 6.

Índia

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Alternando com paladares já conhecidos, minha segunda opção foram as tradicionais samosas indianas, pasteizinhos com recheio de vegetais e com direito a molho agridoce apimentado. Duas por R$ 7.

México

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A barraca mexicana, assim como ano passado, estava representada pelo restaurante Obá, especializado em culinárias brasileira, mexicana e tailandesa. Acredito ser o único exemplar de restaurante mais refinado a conduzir uma barraquinha na festa. Me avisem se estiver enganada.

A tostada de massa crocante com pasta de feijão, guacamole, vinagrete e queijo vale cada centavo dos R$ 9. Há duas opções de pimenta para acompanhar. Fiquei com a mais fraca e, mesmo assim, queimei a língua. Only for the braves. rs

Egito/Turquia

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Dividi um donner kebab, mais conhecido como “churrasco grego”, com uma amiga. O sanduíche é montado no pão sírio, com tiras de carne bovina, tomate, repolho, batata frita e molho de iogurte. O que provamos ano passado, com o pão assado na hora, era imbatível, mas esse também nos deixou felizes. R$ 20 que valem uma refeição.

De sobremesa, investi num ninho de damasco com calda de laranjeira que estava incrível. R$ 7 por cada doce. Foi difícil resistir a experimentar as versões de amêndoas, nozes figo, ameixa…

Destaque para o cartaz “Freedom for Gaza”, que fazia parte da decoração do estande.

Lituânia

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Por falar em doces, não poderia deixar de falar da barraca lituana, parada obrigatória desde que conhecemos a festa. Esse ano não consegui reservar um espaço para uma torta inteira, mas belisquei as dos meus amigos. Os sabores são leves e, em geral, levam frutas vermelhas, damasco ou pêssego. R$ 7 a fatia.

Alemanha

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Sempre me recuso a visitar as barraquinhas de culinárias às quais estou mais do que acostumada, como as da Itália ou Japão, mas não resisti a beber na da Alemanha. O chopp escuro Braumeister Dark de 500 ml saía por R$ 9.

Nota: adorei o fato do rótulo trazer o personagem do filme “O Homem que Ri” (1928), que inspiraria a caracterização do Coringa – aquele mesmo, o inimigo do Batman.

Rússia

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O campo das bebidas, entretanto, não ficou livre de experimentações. Na barraca russa, compramos o kvass, apelidado por eles como o “primo da cerveja”, provavelmente pelo processo de produção que envolve fermentação. O grau alcoólico é de apenas 0,5%. O copo saía por R$ 6.

Entre as opções de abacaxi com hortelã e a de beterraba, ficamos com a segunda, mais exótica. O sabor é, digamos, de beterraba. Não é doce nem salgado e, pra mim, me satisfaria em dias em que tenho vontade de tomar água com gás.

Também fomos seduzidos pelo cartaz que dizia: “Diga não ao imperialismo! Conheça o kvass, a Coca-Cola do Leste Europeu”. O kvass tem tudo para entrar na minha lista obrigatória, assim como a chicha morada ou “suco de milho roxo”, um sucesso da barraca peruana.

Armênia

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Antes de ir embora, para gastar as últimas fichas, pedimos uma omelete com bastãrmá (carne seca armênia), servido no pão sírio. O prato era feito na hora e foi um dos melhores pedidos do dia. R$ 10 e delicioso!

Só fiquei um pouco chateada por não ter sobrado nenhum espacinho para comer os pierogis poloneses – recheados de batata e queijo e com pitadas de boas lembranças. Já sabem onde me encontrar ano que vem.

Serviço:
Festa do Imigrante
Local: complexo da antiga Hospedaria de Imigrantes
End.: Rua Dr. Almeida Lima, 900, Mooca, São Paulo
Entrada: R$ 6
www.museudaimigracao.org.br/festadoimigrante

(Fotos: Paula R.)

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29/06/2013

Tradiciones Peruanas

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , às 12:23 pm por Paula R.

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Fato curioso (ou heresia), a verdade é que não comi comida peruana melhor do que aqui em São Paulo. Feitas por peruanos ou colombianos, como o chef do Suri Ceviche, que fique claro. Depois da minha viagem para o Peru-Bolívia, fiquei ainda mais interessada por tudo que vem desses países e feliz pela invasão do “baixo Cusco”, como alguns jornalistas têm nomeado certa região do centro paulistano.

Com os imigrantes, vêm os restaurantes de culinárias típicas e dois achados são o Riconcito Peruano (Rua Aurora) e o Tradiciones Peruanas (Av. Rio Branco). Este post, entretanto, é sobre o segundo deles, pois do outro não tenho fotos; terei que voltar para garantir a resenha. Ô, desculpa!

O Tradiciones divide a menor parte do toldo vermelho do Habib Ali, casa árabe que ainda preciso conhecer. Sentei numa das três mesas de dentro do restaurante, mas a maioria fica na calçada ou na sobreloja, que estava em reforma.

Porém, o que o Tradiciones perde em infraestrutura, ganha em simpatia. Ganhamos dois copos de chicha morada (bebida de milho roxo fermentado) da garçonete, que acredito também ser a dona. Ela me chamava de “mami”, tratamento comum em terras incas para mulheres em “idade de ser mãe”, segundo minha interpretação. Enquanto esperávamos, um potinho com “cancha”, milhos salgados com cara de piruá e gosto de pipoca, também nos foi dado de cortesia.

Em nossa estreia, escolhemos o prato “la viagra marina”, que reune ceviche de pescado, “chicarrón de calamar” (lula a milanesa) e arroz de mariscos. Diferente dos que já havia provado, o ceviche veio mergulhado num creme verde e tinha ardência moderada. Tudo estava bem gostoso e, apesar de ser o prato mais caro do cardápio, custava R$ 60 e servia duas pessoas.

O público do restaurante se divide em peruanos, trabalhadores do centro e “moderninhos”. Recomendado para quem não tem frescura e gosta de comer bem. Seria reprovado por minha alergologista.

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Serviço:
Tradiciones Peruanas
Av. Rio Branco, 439
Sta. Ifigência – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3843-6923

Nota: soube do TP pelo blog “Alegoria da Panela”, da amiga Muriel V. Vale conferir o post.

(Fotos: Paula R.)

08/05/2013

Pra comer de pé

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , às 12:12 pm por Paula R.

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Um dos maiores clássicos da culinária de balcão da cidade de São Paulo é o sanduíche de pernil do Estadão. O estabelecimento ganhou esse nome por conta do jornal Estado de S. Paulo, que ficava na região quando a casa foi inaugurada, em 1968.

O restaurante também tem mesas, mas são destinadas prioritariamente a quem pede os pratos; para quem vai comer o lanche, o indicado é o balcão. A versão tradicional pode ser acrescida de queijos (provolone, Palmira, queijo branco, prato…), com variedade de preços.  A versão tradicional leva molho à base de tomate, cebola e pimentão e sai por R$ 11.

Tinha passado por lá numa madrugada há muitos anos (uma década?) e voltei para repetir a dose há três semanas.  Pedi a opção com provolone, que saiu por R$ 17. O lanche é grande e vale por uma refeição; também pedimos batata frita, mas foi pura gulodice. Eu prefiro sanduíches mais “molhadinhos” – sou fã inveterada de maionese e congêneres –, mas para quem é fã desse tipo de gastronomia, é uma boa pedida.

O estabelecimento é 24 horas e é uma ótima opção para as madrugadas e fins de festas. Um dos funcionários me informou extraoficialmente que saem cerca de 40 peças de pernil por dia (80 por dia do final de semana). Ele acredita que cada peça renda uns 50 lanches, o que daria 2 mil unidades em dias normais!

Em tempo: o pudim de leite condensado de sobremesa estava excelente. Vale provar.

Serviço:
Estadão Bar e Lanches
Viaduto Nove de Julho, 193
Centro – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3257-7121
www.estadaolanches.com.br

(Foto: Paula R.)

23/04/2013

Coxinhas de Bueno de Andrada

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , às 11:49 pm por Paula R.

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Sabe quando um lugar fica muito conhecido por um de seus pratos e vira praticamente um ponto turístico? Isso acontece muito em São Paulo, como com as coxinhas do Veloso, o sanduíche de mortadela do Mercadão ou o de pernil do Bar do Estadão. Agora imagine quando uma cidade fica famosa por isso. E esse é o caso de Bueno de Andrada.

O Bar e Mercearia Freitas, que existe há 60 anos no distrito de Araraquara, mudou de nome depois que o escritor Ignácio Loyola Brandão escreveu uma crônica intitulada “As Famosas Coxinhas Douradas de Bueno de Andrada” para o jornal O Estado de S.Paulo, em 2001. O lugar foi rebatizado, com a alcunha Coxinhas Douradas no início do nome, e hoje atrai pessoas de diversas cidades. Eu, por exemplo.

Minha irmã mora em São Carlos e foi ela quem conheceu o restaurante, especializado no meu salgado favorito. Demorei para conseguir conhecer mais do que suas histórias, mas, em janeiro deste ano, reparei o equívoco. Fomos num domingo, como na crônica do Brandão – só não encontrei o sossego descrito. O lugar está famoso.

A receita das coxinhas foi criada há 10 anos pela Sônia, uma das donas do estabelecimento, e é oferecida com recheios variados: frango, quatro queijos, camarão, carne moída, bacalhau, calabresa, entre outros. Sou um pouco conservadora nesse sentido. Para mim, coxinha é de frango e ponto; no máximo com um catupiry fazendo papel de coadjuvante. Mesmo assim, resolvi experimentar a versão de camarão (R$ 6) e a tradicional (R$ 3,50) – pensei em pedir mais uma, mas me alertaram do tamanho. Duas são suficientes para o almoço.

A massa é gostosa, de batata, e o frango muito bem temperado. A de camarão achei inferior, com um recheio um pouco seco – ou talvez seja só o meu tradicionalismo falando. Quero voltar para provar a versão de frango com catupiry e arriscar a de brócolis, que está entre as favoritas das minhas irmãs.

Para quem se animar, se prepare para pegar fila. Nada muito cansativo, mas as filas parecem ser inevitáveis. O lugar é grande, com bastante mesas dentro e fora, ocupando a praça da frente. Grupos de motociclistas e ciclistas batem cartão por lá de fim de semana. Ouvi dizer, inclusive, que alguns apostam corrida; quem chega por último paga a conta.

> Para ler a crônica de Loyola Brandão, clique aqui.

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Serviço:
Coxinhas Douradas Bueno de Andrada – Bar e Mercearia Freitas
Rua Nilo Rodrigues da Silva, 14
Bueno de Andrada (SP), distrito de Araraquara*
Tel.: (16) 3335-4176
www.coxinhasdouradas.com.br

*Vale registrar que, até o momento, eles não têm filiais (apesar dos “boatos”).

(Fotos: Paula R.)

25/03/2013

Moqueca capixaba

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , às 12:15 am por Paula R.

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Pense num site feito com tecnologia muito, muito antiga, aí imagine mais um pouquinho e terá o site dos restaurantes Meaípe, em São Paulo. Fiquei sabendo do lugar no boca a boca e queria ligar para saber o horário de funcionamento de final de semana, por isso encontrei o endereço na internet. O site está com os telefones desatualizados, mas resolvi arriscar mesmo assim.

Fui na unidade da Praça da Árvore, que é um sobrado simples, com paredes brancas e móveis de madeira. Era sábado e esperamos uns 10 minutos para vagar uma mesa. A especialidade da casa são as moquecas à moda capixaba, que não levam leite de coco.

Os preços são camaradas: R$ 20 a de peixe e R$ 47 a de peixe com camarão. Pedimos essa mista e dividimos para duas pessoas; arroz branco e pirão fazem parte do prato. Não é lugar para comemorar datas especiais ou descobrir sabores nunca dantes navegados, mas o Meaípe é uma boa opção para o dia a dia. Comida leve, a preço honesto, com atendimento simpático.

Serviço:
Restaurante Meaípe
Rua Caramuru, 768
Saúde – São Paulo*
* Há unidades em Pinheiro e na região da Av. Paulista.
www.moquecapixaba.com.br

(Foto: Paula R.)

20/12/2012

Do céu ao inferno

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , às 2:28 pm por Paula R.

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Depois de fechar com chave-de-ouro nossa estadia em Cusco, descemos aos porões da gastronomia peruana, quiçá mundial. Foi em Arequipa, no interior do Peru. Chamada de cidade branca por conta do material usado em suas construções, a cidade é rodeada por vulcões e é famosa pela Juanita, a jovem múmia andina, e os passeios para o Vale do Colca, o segundo maior cânion do mundo e lar dos condores gigantes.

Sim, esse é um blog de comida. E, sim, me empolguei nas observações turísticas. Talvez esteja querendo justificar porque fui parar lá. Arequipa tem um bairro de restaurantes chiques, nos arredores da igreja de São Francisco – com filiais do Gastón Arturo e casas com culinárias de outros países, inclusive o Brasil –, mas nosso orçamento mochileiro não permitiu tais regalias.

Chegamos na cidade num domingo e não encontramos quase nada aberto. Perto do bairro onde estávamos hospedados havia uns restaurantes com instalações caseiras, alguns carrinhos de comida de rua  e um ou outro restaurante chinês, conhecidos como “chifas”.

Optamos pelo maior e mais frequentado chifa, chamado La Gran Muralla. Era preciso decidir e pagar o prato antes de sentar. Escolhi um arroz “chaufa”, frito com shoyu, legumes e frango, com uma “wantan” (sopa de macarrão e legumes) de entrada. O preço do deslize: 6 soles/  R$ 5,45.

O salão era enorme e tinha um bom fluxo de pessoal. Algumas moscas nos visitaram enquanto comíamos também. A sopa lembrava comida de hospital, aguada e com o macarrão mole demais, e o chaufa… Ah, o chaufa! Era gorduroso e insosso, com um sabor indescritível, que ainda hoje me dá arrepios só de lembrar.

Comi 1/3 do prato e abandonei. Mesmo com fome, fiquei sem apetite para procurar um novo lugar. À noite, preferimos fazer lanches no albergue. O trauma foi inevitável.

Aviso: a foto do chaufa pode ser visualizada no tamanho original. Pessoas impressionáveis, com problemas cardíacos ou crianças não devem clicar.

Serviço:
La Gran Muralla*
Calle San Juan de Dios, 312 – Int. l1
Cercado – Arequipa
*Segundo o Google, o endereço é esse. Para garantir, melhor evitar qualquer restaurante com esse nome na cidade.

:. Escrito em 9/abril/13. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R.)

19/12/2012

Medalha de ouro

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , às 11:09 pm por Paula R.

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Perambulando pelas ruas de San Blas, chegamos ao mercado local próximo ao horário do almoço do dia 8 de dezembro. O lugar era simples e, assim como no mercado central, nenhuma barraquinha de comida me apetecia, apesar dos preços convidativos. Tirei algumas fotos e, quando estava indo embora, um senhor, acompanhado de mulher e filha, se aproximou discretamente e disse: “Aquele vegetariano ali no canto é muito bom. Comemos lá ontem.”

O convite pareceu inusitado, mas resolvemos conferir. O espaço era realmente muito pequeno, com uma cozinha 2 x 2 m comandada por uma peruana casada com um europeu e duas pequenas mesas de madeira, compartilhadas por outros viajantes. Na parede, uma plaquinha com o nome “Govinda” e um quadro com uma divindade indiana.

Pedimos o menu do dia: sopa de verduras de entrada e um prato de arroz, salada de repolho, creme de ervilhas e hambúrguer de soja e vegetais. Tudo isso, acompanhado de chá de coca, pela singela soma de 3 nuevos soles (R$ 2,73) por pessoa. É isso mesmo, senhoras e senhores, uma refeição completa por menos de três reais.

A comida estava muito bem temperada, em especial o hambúrguer e o creme de ervilhas. Não sei se foi a surpresa, a mudança no tempero ou o acolhimento, mas o almoço no mercadinho de San Blas acabou sendo eleita nossa refeição favorita de toda a viagem (e também a mais barata). O brownie de banana, pago à parte, não acompanhou o restante do cardápio, sem chegar a comprometer.

Serviço:
Govinda
Mercado Típico San Blas
Rua Lujupata esquina com Chiwapata
(no canto esquerdo)
Cusco (PER)

:. Escrito em 8/abril/13. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R.)

14/12/2012

Andinos “tutti fratelli”

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , às 11:46 pm por Paula R.

Eu sempre cogitei a possibilidade do paulistano ser o maior consumidor de pizzas fora da Itália. Isso, até estas férias; praticamente todo restaurante no Peru e na Bolívia é também uma “pizzeria”. Lá tem balada-pizzaria, boteco-pizzaria, restaurante-pizzaria e até pizzaria-pizzaria.

Confesso que, a princípio, estava meio desconfiada da qualidade das redondas, mas fui surpreendida. As quatro vezes que arriscamos, as pizzas estavam bem gostosas. Sempre feitas na hora e assadas no forno a lenha, acompanhadas de molhinhos apimentados e de alho, assim como os sanduíches.

Inti Apu

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Na noite que passamos em Águas Calientes, esperando para subir a Machu Picchu, provamos nossa primeira pizza da viagem, num dos restaurantes da Av. Pachacutec. Durante o dia, o dono havia feito boas ofertas e “descontos para brasileiros” na cerveja, por isso voltamos depois mais tarde.

A pizza familiar saía por 25 soles/ R$ 21,90 e era mais do que suficiente para um casal. De brinde, ganhamos uma porção de pão de alho – poderia ter sido uma jarra de suco, mas preferimos tomar uma cerveja Pilsen de 1 L (12 soles/ R$ 10,50). Pedimos meia napolitana (mussarela com tomate) e meia quatro estações (chorizo, azeitonas, champinhon, presunto e mussarela).

Com mesa na calçada, o clima é de barzinho e dá para observar o “footing”, que, imagino, em alta temporada deva ser grande.

Serviço:
Av. Pachacutec
(subindo em direção às piscina de águas termais)
Águas Calientes (PER)
Jantar de 6/dez.

El Buho

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No centro comercial de Puno, cidade à beira do Lago Titicaca, há muitas opções de pizzarias. Estava fazendo muito frio e optamos pela El Bruho, que parecia aconchegante, porém não tão pequena que deixasse nossa roupa cheirando à lenha.

Pedimos uma pizza média (18 soles/ R$ 15,80), meia presunto com azeitonas e meia peperoni. Para acompanhar, duas Cusqueñas de 620 ml ( 14 soles/ R$ 6,15 cada). Destaque para o pão de alho, que, desta vez, era feito na hora com a própria massa da pizza: uma delícia e por apenas 1 sol (menos de R$ 1).

Serviço:
Rua Libertad, 240
Puno (PER)
Jantar de 12/dez.

Donna Isabela

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Entre uma longa viagem de jipe pelo deserto e outra maior ainda de ônibus para La Paz, fizemos uma parada na cidade de Uyuni. Não tínhamos muito tempo para procurar lugares para comer e aceitamos uma recomendação para conhecer a pizza com massa de farinha de quinua da Donna Isabela.

O lugar é pequeno e simples, o forno não é à lenha, mas a massa é bem leve e fofa. Pedimos uma pizza familiar, meia presunto, meia champignon (45 bolivianos/ R$ 14,50) e uma Coca-Cola de 600 ml (R$ 1,60).

Serviço:
Rua Camacho
(esquina com a Rua Colón)
Oruro (BOL)
Jantar de 19/dez.

Nota: além destas, houve ainda uma última refeição em La Paz que foi numa pizzaria. Infelizmente, não encontro nenhuma anotação sobre endereço, nome e preço, portanto, não tenho como fazer post.

:. Escrito em 28/jan. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R.)

11/12/2012

Junk food

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , às 11:50 pm por Paula R.

Nem só de sopa de quinua vive o homem. Por isso, fizeram parte de nossos cardápios diversos tipos de sanduíches – inclusive em nossa primeira refeição em solo peruano. Alguns eram bem gostosos e outros nem tanto, mas podem ser uma boa opção de refeição mais barata e rápida.

Em Arequipa, inclusive, jantamos dois dias lanches que fizemos no albergue onde estávamos hospedados. Compramos baguete, peito de peru, azeitonas, maionese (Hellmans Sabor do Peru, que lembrava a nossa de limão), tomate e alface. Já estava com saudade de pão francês. Para beber, Arequipeña, nossa cerveja favorita, e um saldo de R$ 3,50 por pessoa cada refeição. Valeu a pena não só pela economia. Queria algo meio “neutro” depois do pior almoço de todos, mas isso é assunto para outro post.

Dinos Bar Pizzeria

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Na primeira noite em Cusco, ainda estávamos nos adaptando aos efeitos da altitude e optamos por um jantar leve. Eu pedi uma omelete de presunto e queijo, feita com um queijo curtido, mais próximo do nosso coalho do que da mussarela – mussarela, aliás, aparecia com mais facilidade nas pizzas.

A omelete era acompanhada de torradas e custava 8 soles/R$ 7. Para beber, provamos pela primeira vez Inka Cola, a tubaína dos peruanos. O refrigerante também é bem doce, com sabor “indefinido” e chama atenção pela cor de produto de limpeza. Não era ruim e repetimos a dose em outras ocasiões, mas achei doce demais para o meu gosto.

Nota:  uma omelete nem chega a ser uma junk food, mas, diante das divisões temáticas que tenho em mente para os posts, esta era a que mais se encaixava. Sem contar que era umas das melhores fotos da Inka Cola. Um pouco de “licença poética”.

Serviço:
Rua Choquechaka
(entre as ruas Siete Culebras e Siete Angelitos)
Cusco (PER)
Jantar de 3/dez.

Rua Plateros

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A Calle Plateros é umas que desemboca na Plaza das Armas de Cusco e tem um sem número de restaurantes, lanchonetes e casas de câmbio. Infelizmente, não fiz minha lição de casa tão bem nessa viagem e não anotei o nome nem o número do restaurante. Para chegar, é preciso sair da praça em direção ao bairro, passando pela Mama África, baladinha famosa, que não chegamos a ir.

O restaurante fica do lado esquerdo, logo na primeira quadra. Um trio que divulgava um CD tocou músicas típicas sem cobrar couvert e animou a noite. O sanduíche que comemos era de filé de frango com abacate, no pão de hambúrguer, acompanhado de fritas (14 soles/ R$ 12,30). As batatas estavam um pouco gordurosas, mas a entrada merece destaque: um pãozinho fatiado, quente e acompanhado de molhos de alho e pimenta (“salsa picante”). Os condimentos apareceram em diversos outros restaurantes, para acompanhar pizzas ou carnes, e sempre caíam bem.

Serviço:
Rua Plateros
(entre as ruas Portal de Panes e Tigre, próximo ao Sol Plaza Inn)
Cusco (PER)
Jantar de 4/dez.

Km 0

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Passamos o terceiro dia da viagem  conhecendo ruínas, paisagens e histórias do Valle Sagrado dos Incas, próximo a Cusco. Voltamos cansados e já nos considerávamos aptos a tomar uma cervejinha. A altitude (e o chá de coca) estava sendo nossa amiga.

Paramos neste bar no bairro de San Blas e, finalmente, provamos o famoso pisco sour, drinque feito com pisco (destilado de uva), clara em neve, limão e açúcar. Uma delícia! Para acompanhar, pastéis de queijo (“tequeños de queso”) com pasta de abacate temperada por 10 soles/  R$ 8,80. O pisco estava na promoção do happy hour: dois pelo preço de um (15 soles/ R$ 13,50).

Dividimos um sanduíche de pão de forma, filé mignon, queijo, tomate e alface acompanhado de fritas por 16 soles/ R$ 14). Era saboroso, mas a carne muito fina e o restante dos recheios em pequena quantidade. Para acompanhar, cerveja Cusqueña de 620 ml (12 soles/ R$ 10,50).

Nota: Com a altitude, os efeitos das bebidas eram potencializados e acabamos bebendo menos do que faríamos no Brasil. Achei bem curioso.

Serviço:
Rua Tandapata, 100
San Blas – Cusco (PER)
Jantar de 5/dez.

La Orilla

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Como a carne vermelha não era das melhores nos restaurantes que passamos, demoramos para arriscar um hambúrguer em terras andinas. Felizmente, demos sorte ao escolher o La Orilla, numa das principais ruas da cidade boliviana de Copacabana. O restaurante com cara de bar, decorado com motivos marinhos, tocava um pouco de jazz e blues. Aconchegante.

O hambúrguer estava bem gostoso, mesmo sentindo um pouquinho de músculo na carne moída. Nada que baixasse a nota do prato. Como na Bolívia nosso dinheiro chega a valer mais de três vezes o local, todas as refeições foram baratas, principalmente se comparadas a São Paulo. O cheese salada, por exemplo, saiu por 16 bolivianos/ R$ 5,15. Recomendo.

Serviço:
Av. 6 de agosto (próximo ao cais)
Copacabana (BOL)
Jantar de 13/dez.

Mega Burguer

Diante do caos de La Paz e da falta de tempo, não explorarmos muitos restaurantes por lá. Logo na primeira noite, acabamos no Mega Burguer, uma lanchonete recomendada por um dono de agência de turismo muito simpático. Ele tinha dado várias dicas de transporte, lojas e de passeios para o salar de Uyuni, então aceitamos mais esta. Andamos quase 3 km – ele fez questão de nos acompanhar na caminhada, contando sobre sua vida e não tivemos coragem de desistir – e o lanche não era nada demais.

O hambúrguer com queijo, presunto e ovo de gema mole (medo!) mais fritas saiu por 17 bolivianos/ R$ 5,50 e a Coca-Cola de 600 ml por 6 bolivianos/ R$ 1,95.

Serviço:
Av. Busch, 1899*
La Paz (BOL)
Jantar de 15/dez.

*Não anotei o endereço e encontrei esse no Google. De qualquer forma, parece que a lanchonete é uma rede conhecida na cidade.

Sabor Cubano

saborcubanoAs coisas em La Paz fecham mais cedo do que esperávamos – 22 h parece ser o limite – e, em nosso último dia por lá, almoçamos e jantamos no mesmo lugar. Além de ser perto do hotel, o Sabor Cubano parecia não ter hora para fechar. O ambiente era acolhedor e, à noite, ainda mais animado. Quatro músicos se revezavam no palco improvisado para tocar ritmos cubanos. Se não tivesse que madrugar no aeroporto, teria ficado mais.

Jantei um sanduíche de frango, abacate e tomate (17 bolivianos/ R$ 5,50) que estava bem bom. Ficamos com a  Coca, pois só havia cerveja cubana de latinha a um custo x benefício não muito atrativo. O refrigerante de 600 ml era 10 bolivianos/ R$ 3,35.

Serviço:
Rua Sagarnaga, 153
La Paz (BOL)
www.saborcubanobolivia.com
Jantar de 20/dez. Img reproduzida do site.

:. Escrito em 19/jan. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R.)

10/12/2012

Menus turísticos

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , às 10:48 am por Paula R.

Logo que se chega numa cidade de grande altitude, a recomendação é comer comidas leves, uma sopa ou filé de frango, refeições sem gordura e bebida alcoólica. Para ajudar, quase todos os restaurantes dos lugares mais turísticos oferecem menus especiais com entrada, prato principal e sobremesa ou bebida. Os preços são bem atrativos.

Independentemente se estávamos no Peru ou na Bolívia, entre as entradas predominavam as sopas e os “segundos” ou “platos de fondo” não variavam muito de truta ou filé de frango na chapa (“a la plancha”), filé mignon com batata (“lomo saltado”), omelete e, um pouco menos comum, filé de alpaca ou lhama.

Segue uma seleção desses cardápios arroz-com-feijão, que, infelizmente, não tinham nada de feijão.

Sabores del Inka

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Esse foi o primeiro restaurante que fomos em Cusco. Achamos que estávamos economizando horrores pagando apenas 15 soles/ R$ 13,15, mas depois descobrimos que foi um dos piores custos-benefício. O menu que escolhi reunia: sopa de aspargos (de saquinho), o filé de frango com legumes e fritas e limonada.

O ambiente era simples (e despreocupado), com som ambiente de programa de rádio de futebol. Entre os clientes, apenas nós e um casal de gringos que escreveu dezenas de postais durante o almoço.

Serviço:
Rua Santa Catalina Ancha
(entre a rua Herraje e a Plazoleta Santa Catalina)
Região da Plaza de Armas – Cusco (PER)
Almoço de 3/dez.

El Emperador

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Depois da batata e do milho, provavelmente o vegetal mais consumido no Peru é a quinua. Já tinha provado aqui no Brasil, mas sempre achei meio sem graça. Felizmente, por lá a coisa é diferente.

A sopa desse almoço deve ter sido a melhor da viagem toda e salvou o dia. O menu de 10 soles/ R$ 8,80, ainda incluía causa limenã de atum, uma espécie de torta de batata fria, frango assado com purê (de caixinha) e chincha morada, a famosa bebida de milho roxo fermentado, muito popular por lá. O prato principal não era dos melhores, mas as entradas e o preço fizeram valer a pena.

Serviço:
Rua San Francisco
(entre as ruas Garcilaso e Marquez)
Em frente à Plaza San Francisco – Cusco (PER)
Almoço de 4/dez.

Urpi

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O povoado de Águas Calientes é bem pequeno, porém parada quase obrigatória para quem pretende ir para Machu Picchu. Lá chega o trem que sai de Cusco e de lá saem os ônibus para um dos parques arqueológicos mais famosos do mundo. Dá para fazer a cidade toda a pé e a Av. Pachacutec é onde estão quase todos os restaurantes e bares.

Como fomos em baixa temporada, todos os restaurantes estava com preços pela metade e tinham funcionários na porta tentando laçar clientes. Provavelmente, tínhamos a palavra Brasil escrita da testa, pois vários gritavam coisas como “Brahma, a número 1!”, “Temos cerveja estupidamente gelada” e até um “Vai, Corinthians!”.

Contradizendo uma regra pessoal de não frequentar lugares vazios, entramos no Urpi e pagamos 10 soles/ R$ 8,80 por entrada, ají de galinha (uma espécie de estrogonofe com um tempero amarelo típico e muita cebola) e suco de laranja. Uma das entradas eram uns nachos com guacamole que, surpreendentemente, estavam incríveis! O laçador, o garçom, o cozinheiro e o caixa eram a mesma pessoa.

Serviço:
Av. Pachacutec
(subindo em direção às piscina de águas termais)
Águas Calientes (PER)
Almoço de 6/dez.

Chaski

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O almoço foi bem sem graça e custou 15 soles/ R$ 13,15, mas tínhamos tomado uma das maiores chuvas da vida em Machu Picchu e só precisávamos de um lugar seco e uma comida quente. A garçonete, que estava pensando em vir trabalhar no Brasil nessas férias de verão, foi bem simpática e nos deu uma porção de pão de alho de cortesia.

Sopa de verduras, filé de frango com arroz, fritas e legumes cozidos eram acompanhados por suco de papaia. Vale também registrar que o arroz era sempre ruim, em todos os lugares que comemos. A consistência era estranha e não tinha sabor. Mas as batatas eram sempre ótimas!

Serviço:
Av. Império de los Incas
(a rua da linha do trem, perto dos hotéis)
Águas Calientes (PER)
Almoço de 7/dez.

La Horta

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Provavelmente nenhum turista chegou a comer nesse restaurante simples, porém limpinho, da região de comércio de Puno, uma cidade às margens do Lago Titicaca. O menu custou 4,50 soles/ R$ 3,95 e incluía sopa de macarrão com batata, peito de frango frito (frangos “broaster” são uma febre nos dois países!), arroz e betterraba. A bebida grátis, que não conseguimos identificar o que era, estava meio morna e não tinha um sabor muito atrativo. Deixamos.

Serviço:
La Horta
Rua Moquegua, 153
Puno (PER)
Almoço de 13/dez.

Isla del Sol

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A ilha em questão é a maior do Lago Titicaca, já na região da Bolívia. Chegamos de barquinho depois de uma viagem de horas na chuva, mas, curiosamente, fomos brindamos pelo bom tempo na “ilha do sol”. Comemos num restaurante à esquerda do cais, indicado pelo pessoal do barco.

O lugar era um misto de albergue e restaurante, que parecia ainda estar em construção e acho que nem tinha nome. Não me animei muito e pedi ovos mexidos com queijo, que achei que cairiam melhor. Não anotei os valores, mas duas refeições e uma Coca de 600 ml saíram por 55 bolivianos/ R$ 18,35. Foi um dos piores lugares que comemos (ainda não é o medalhista!), porém a vista era incrível.

Serviço:
(Nome desconhecido)
À esquerda do cais da parte sul da ilha
Isla del Sol (BOL)
Almoço de 14/dez.

El Fogón de la Cabaña

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Na Bolívia, tudo é muito mais barato que no Peru e o nosso dinheiro vale três vezes mais que o deles, o que nos levou a acreditar que comeríamos como reis. As previsões estavam erradas, não pelo menu em questão, que estava bem acima da média. O ambiente também merece destaque; tinha cara de barzinho à meia-luz e ambientes de palha, no estilo de bangalôs.

Por 20 bolivianos/ R$ 6,45, comemos sopa de quinua, bife com creme branco, arroz, fritas e salada de tomate e pepino, além de banana com chocolate de sobremesa. Para beber, Paceña, a cerveja nacional mais famosa, por 20 bolivianos/ R$ 6,45 a unidade de 620 ml.

Serviço:
El Fogón de la Cabaña
Rua Moquegua, 153
Copacabana (BOL)
Jantar de 14/dez.

Sabor Cubano

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Vista do alto, La Paz parece um grande formigueiro. A maioria das casas em vermelho tijolo – casas rebocadas pagam maior imposto, então… – e a população de mais de 7 milhões de habitantes contribuem para isso. Com o trânsito caótico e sem regras e as ruas de ladeiras, não nos aventuramos muito para comer.

Acabamos parando num restaurante cubano próximo ao nosso hotel e pedimos o prato do dia por 25 bolivianos/ R$ 8,05. Minha opção era de arroz, ervilha preparada no “estilo feijão” (isso existe?), tomate, batata frita e o filé de frango à milanesa mais fino da minha vida. Tudo estava bem gostoso, em especial o creme de ervilhas. Para beber, água com gás de 600 ml por 7 bolivianos/ R$ 2,25.

O ambiente era super gostosinho e voltamos para lanchar depois. No post dos sanduíches, entro em detalhes.

Serviço:
Sabor Cubano,
Rua Sagarnaga, 153
La Paz (BOL)
http://www.saborcubanobolivia.com
Almoço de 20/dez.

Nota: Esse post talvez seja o maior da história do blog. Achei que seria melhor reunir todos os lugares que tinham cardápios parecidos e que não tinham nenhum prato especial. Os almoços na Isla del Sol e no Sabor Cubano não se encaixariam no quesito “menu turístico”, mas peço que relevem. Ficaram de fora também o melhor e o pior lugar que comemos, pois acho que merecem posts só deles.

:. Escrito em 5/jan. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R.)

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