23/08/2015

Como disse adeus à minha coleção de latinhas

Posted in Bebidas tagged , , , , às 12:34 am por Paula R.

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“(…) Foi divertido lembrar de como as latinhas chegaram a mim, quais eram as minhas favoritas e como eu gostava de arrumá-las nas prateleiras – sim, havia uma lógica na minha cabeça. Destaque para a Coca-Cola do Rock’n Rio 2, cervejas da Copa de 94, refrigerantes que saíram de circulação (Taí, Guaraná Brahma, Crush, Pop Laranja, Gini…), além da evolução do rótulo de cervejas nacionais através dos anos. Curioso encontrar etiquetas de preço na faixa de 3.200 cruzeiros por uma única latinha ou ver a roupagem antiga de cervejas que bebo hoje. (…)”.

> Do blog Lavô tá novo!. Para ler o post completo, clique aqui.

(Foto: Paula R.)

18/03/2014

Imagem do dia

Posted in Bebidas tagged , , , às 4:33 pm por Paula R.

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:. Imagem do perfil de Facebook Cultura de Boteco.

28/11/2013

Novo cenário: cervejas

Posted in Bebidas tagged , , , às 9:00 am por Paula R.

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O caderno Paladar, do Estadão de hoje, traz uma matéria sobre esse novo cenário de cervejas – já chamadas gourmet ou artesanais – que vem se popularizando no Brasil nesse milênio. Tenho acompanhado esse movimento, conforme o bolso permite, e tenho tentado entender um pouco mais. Ainda não sei muita coisa, mas já sei dizer do que gosto e do que não gosto. Um avanço, né?

A matéria completa está aqui:  Uma cerveja e dois copos! Mas qual das cem?

O texto não é para entendedores, mas tem trechos interessantes. Meus destaques:

Não sabia: “A cerveja (brasileira) comum é conhecida como ‘tipo Pilsen’, referência ao estilo criado em Pilsen, na República Tcheca. Mas na verdade o que vem na garrafa é uma american light lager. O que isso quer dizer? É uma lager, ou seja, uma cerveja que fermenta em baixa temperatura – o que gera menos compostos de sabor –, é clara e tem origem nos EUA.”

Concordo: “É uma cerveja com ‘baixa carga sensorial’, um jeito chique de falar que não tem gosto. É feita para matar a sede, para ser tomada bem gelada, e, por ter pouco álcool, para ser bebida em grandes quantidades. Ela quase não tem amargor, não tem muito cheiro, é desenhada para agradar um amplo espectro de paladares (ou melhor, para não desagradar).”

Acho engraçado no papo dos cervejeiros: “Sabores: entre quente e refrescante, é seca e sedosa ao mesmo tempo.” What?

Utilidade pública: a recomendação dos pratos que acompanham os rótulos citados. Um amigo beer sommelie já me mostrou que isso faz diferença.

> Mais: já escrevei sobre beber menos e melhor aqui.

(Foto: Fernando Sciarra/reprodução do site do Estadão)

12/08/2013

Trooper Ale

Posted in Bebidas tagged , , , , , , às 11:00 pm por Paula R.

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Antes de começar a série de posts das férias, preciso fazer um registro de um dos melhores presentes que ganhei esse ano: a cerveja artesanal Trooper. Lançada em maio pela inglesa Robinsons Brewery, a bebida que leva o nome de um dos clássicos da banda Iron Maiden é uma “premium british beer”. Temos algum nome melhor para isso, amigos cervejeiros?

Com coloração entre o dourado e o castanho, a Trooper é muito saborosa, amarga na medida – para o meu paladar – com um toque cítrico e um aroma de abrir o apetite. Pelo que li, o próprio Bruce Dickinson, vocalista da banda e fã de cervejas ale, participou pessoalmente do processo produtivo.

A Robinsons Brewery é uma cervejaria artesanal de Stockport (ING), fundada em 1838. O casamento entre a cervejaria tradicional e uma das maiores bandas de heavy metal (sou fã?) tinha tudo para dar certo. Nas primeiras oito semanas do lançamento, foram vendidos 20 mil pints (0,5 L) por dia.

Ainda não encontrei para vender em São Paulo – a não ser em pré-venda –, mas tive a sorte de provar uma enviada diretamente de Londres. Isso foi hoje e já não vejo a hora de um novo brinde.

Pra saber mais:

> www.ironmaidenbeer.com
> www.robinsonsbrewery.com

Sobre a música

“The Trooper” é um single do álbum Piece of Mind e retrata o avanço heróico de um cavaleiro britânico contra os russos na Batalha de Balaclava, da Guerra da Criméia (1854). A letra da música foi inspirada em um poema do escritor inglês Alfred Tennyson. História à parte, a canção costuma levar os fãs ao delírio nos shows e ficou imortalizada pelo Eddie vestido de cavaleiro, personagem que ilustra o rótulo da nova cerveja.

Para quem não conhece a música, a performance do Live After Death (1985):

> Mais bebidas inspiradas em bandas aqui, aqui e aqui.

:. Agradecimentos especiais à Claudia R.

(Foto: Paula R.)

15/12/2012

O cara que inventou a geladeira…

Posted in Bebidas tagged , , , , , às 10:28 pm por Paula R.

geladeira… ficou pobre no Peru. Pelo menos era essa a piada interna da minha viagem de férias.

Eu sou uma pessoa que se adapta facilmente a temperos, pratos e tipos de culinárias, mas uma das coisas que mais estranhei nos Andes foi o fato das bebidas serem vendidas na temperatura ambiente. Podia ser cerveja, água ou Inka Cola; a maioria dos lugares não mantinha as garrafas na geladeira.

A cerveja era a opção que mais vezes encontramos pelo menos fria – na rua dos restaurantes em Águas Calientes, um dos laçadores tentavam nos conquistar aos gritos de “Para brasileiros, aqui tem cerveja estupidamente gelada!”, o que não era bem verdade. Água, refrigerante e iogurte eram vendidos normalmente em barraquinhas de rua, mesmo sob um sol escaldante. Depois da minha recente história com iogurtes vencidos, ficava arrepiada só de imaginar.

As carnes também era vendidas expostas nas calçadas e mercadões sem refrigeradores, o que me levou a suspeitar que peruanos e bolivianos estão entre os povos com o melhor sistema imunológico do mundo. Por outro lado, os próprios peruanos recomendaram que evitássemos frutos do mar nas cidades longe do litoral, o que nos fez comer ceviche apenas uma vez nessa viagem. Infelizmente.

:. Escrito em 7/fev. Mais sobre a viagem aqui.

(Img: reprodução daqui)

02/07/2012

Criatividade sem limites 3

Posted in Bebidas, Filmes/TV tagged , , às 2:40 pm por Paula R.

09/02/2012

Brinde ao rock

Posted in Bebidas, Música tagged , , , , às 2:52 pm por Paula R.

Legenda no sentido horário:

1. Miles Davis Bitches Brew (Dogfish Head – EUA). Tipo: Russian Imperial Stout
2. Back in Black (21st Amendment – EUA). Tipo: Black India Pale Ale
3. Maiden the Shade (Ninkasi – EUA). Tipo: Sazonal Beer
4. Purple Haze (Abita Brewery – EUA). Tipo: Fruit/Vegetable Beer
5. Pearl Jam Twenty (Dogfish Head – EUA). Tipo: Golden Ale

Depois da cerveja do Sepultura e do vinho do AC/DC, esse post segue na mesma linha, porém só sobre cervejas inspiradas em bandas de rock. O blog Eu Bebo Sim fez uma listinha das 19 que não podem faltar na nossa “playlist” e atiçaram os desejos por aqui. Dê um pulo lá para ver todas.

Quem esbarrar com uma delas em viagens e quiser fazer um agradinho para esta blogueira fique à vontade. Algo me diz Motorhead, Pantera e Jethro Tull dariam boas cervejas também.

:. Dica do amigo Thiago Gracias.

(Fotos: reprodução do blog Eu Bebo Sim, exceto a Back in Black, que é daqui)

03/12/2011

Como anda seu preconceito?

Posted in Bebidas, Filmes/TV tagged , , , , , , , às 3:31 pm por Paula R.

E eu sigo achando as propagandas (e ações de marketing) de cervejas lá de fora muito mais interessantes que as daqui. A qualidade seria proporcional à da bebida?

> Veja também: Sapporo, Kronenbourg 1664, Heineken e mais Heineken.

23/08/2011

Physalis com cachaça

Posted in Bebidas tagged , , , , , , às 2:58 pm por Paula R.

Depois da minha experiência não muito animadora com a pitaya, foi a vez de provar a physalis (ou fisalis), fruta que eu só conhecia por meio de blogs de doces refinados, como o Chocolatria. Suas “folhas” – algum botânico me confirma se são folhas ou pétalas? – parecem feitas de uma renda delicada quando secas e garantem a decoração dos pratos. Pequena como um tomate cereja e da cor da seriguela, típica do Nordeste brasileiro, tem um sabor peculiar, mais para o azedo, que não consigo associar a nenhum outro. Deve ficar boa em geleias.

É claro que a maneira como provei a fruta quase não tinha como dar errado: uma caipirinha do Veloso. Ou melhor, do Brasamora – mas a gente sabe que é tudo a mesma coisa. As casas são famosas por suas coxinhas e pelas caipirinhas de primeira. Alguns tipos nem constam do cardápio e são “criações do dia”, como essa de physalis com abacaxi que experimentei por recomendação da minha amiga que estava comemorando o aniversário no bar. Achei a combinação incrível e fiquei curiosa para ver como se dá com chocolate. Não consigo imaginar.

Rica em vitaminas A e C, a physalis faz muito sucesso na Europa e quase não é produzida no Brasil. Segundo a Wikipedia, porém, ela é originária da Amazônia e dos Andes e o maior país produtor é a Colômbia, onde é conhecida como “uchuva”. Pelo que vi no Globo Rural, por aqui ela é chamada ainda de camapum, saco-de-bode, mulaca, joá (ou juá) e joá-de-capote. Vale ressaltar que também é conhecida como juá a planta Solanum mammosum, que é tóxica; o nome científico da que estou falando é Physalis angulata.

O preço da physalis ainda é alto, acho que beira os cem reais o quilo. Portanto, se tiver a oportunidade de tomar uma caipirinha pelo preço padrão ou comer um doce em casamentos, não deixe passar.

(Fotos: reprodução dos sites do Globo Rural e Chocolatria. Clique sobre as imagens)

15/08/2011

Highway to hell

Posted in Bebidas tagged , , , às 4:30 pm por Paula R.

A notícia que vi hoje é para animar os fãs do AC/DC. A banda australiana agora estampa os rótulos de quatro tipos de vinho da adega Warburn Estatede, de seu país natal. São eles: Back in black (shiraz), You shook me all night long (moscato), Highway to hell (cabernet sauvignon) e Hells bells (sauvignon blanc).

O lançamento está previsto para o final dessa semana. A princípio, as vendas serão apenas locais, mas devem alcançar o mercado mundial em breve.

Enquanto isso, quem quiser brindar com Kiss e Mothorhead pode encontrá-los aqui e aqui.

(Foto: reprodução daqui)

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