15/09/2017

Combinando

Posted in Por aí tagged , , , às 9:19 am por Paula R.

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Dizem que quanto mais colorido (e menos amarelo) está nosso prato, mais saudável ele é. Será que fazer ton sur ton com a mesa ganha pontos com os nutricionistas? (Juro que não foi de propósito, mas “vai que”…) .

Esta é a única foto de salada no Instagram até agora e foi até outro dia a mais curtida. Para evitar frustrações, achei melhor fazer um stories para avisar que vai que vai ter muito mais foto de doce do que de healthy food por lá. Gosto de transparência. 😉

:. Special thanks à minha amiga Maria Claudia, produtora involuntária desta ambientação.
:. Publicado originalmente no Instagram.

 

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09/09/2017

Nutellamor

Posted in Por aí tagged , , , às 8:48 am por Paula R.

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Como resistir à tanta educação?

:. Publicado originalmente em http://www.instagram.com/orfadaofelia.

Lettering

Posted in Por aí tagged , , , , às 8:39 am por Paula R.

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Recadinho que deixei na cozinha de um casal de amigos. Porque, além de comer, eu adoro paredes-lousa.

:. Publicado originalmente em http://www.instagram.com/orfadaofelia.

25/08/2017

@orfadaofelia no Insta!

Posted in Por aí tagged , , às 2:08 pm por Paula R.

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O Órfã da Ofélia nasceu láááá em 2008, quando tudo era quase mato nesta tal de internet (ok, um pouco depois disso) e as mídias sociais ainda engatinhavam. Decidi criar um blog sobre comida, depois de ter escrito em uns outros quatro ou cinco, pois estava num momento estressante profissionalmente e queria poder escrever sobre o que quisesse, na hora que quisesse, do jeito que quisesse.

Escolhi falar de comida, pois queria um tema que sempre faria parte da minha vida, sem ser moda ou empolgação. A ideia inicial era ser meu caderno de receitas virtual – e o uso para isso até hoje -, mas também acabei falando de dicas de restaurantes, avaliação de produtos, entre outros.

Eu não tinha celular com câmera até (quase) outro dia,  às vezes o tempo era escasso para escrever e, assim, o Órfã foi ficando meio abandonado, posts homeopáticos, quase bimestrais. Não deixei de cozinhar, nem de comer ou ficar animada para conhecer um restaurante novo, mas a vida tem dessas coisas.

Assim, como também não deixei de lado o hábito de tirar foto de comida, dia desses me peguei pensando se não deveria fazer um perfil no Instagram para compartilhar minhas descobertas por aí. Não prometo nada, periodicidade ou longevidade, mas aqui vou eu para mais um capítulo do Órfã. E quem sabe não volte até a escrever de vez em quando?

> Para quem quiser seguir: @orfadaofelia.

23/10/2016

Matando a saudade

Posted in Por aí, Uncategorized tagged , , , , , , , , às 9:19 am por Paula R.

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Nos últimos anos, não foi fácil manter a frequência de posts por aqui. Aquela história de que a vida dá voltas etcetera e tal. Mas não vim dar desculpas, nem fazer promessas que não vou cumprir, portanto, vamos aproveitar o momento. E o momento é de que bateu uma saudade de escrever no Órfã e compartilhar um pouquinho da minha relação com a comida.

Muita gente não sabe, mas estou morando na Espanha há um tempinho – mil coisas para contar, fotos de comidas registradas, comidinhas preferidas, mas, para esse retorno, escolhi falar justamente daquilo que faz falta quando se está longe de casa.

Tenho um grupo de amigos brasileiros aqui em Madri e tentamos nos encontrar sempre que dá. Incrível como faz bem estar perto de gente da terrinha! Dia desses, num feriado de outubro que também é feriado no Brasil, resolvemos fazer um “almoço brasileiro” para aquecer o estômago numa tarde de chuva.

O esquema foi colaborativo; cardápio decidido no grupo do Whatsapp, cozinheiros voluntários e receitas com e sem carne, para agradar todo mundo. Teve:

arroz (tem que comprar o arroz largo, porque o redondo é para paella e risotos e fica uma papa só. Descobri empiricamente.)
feijão (grande, avermelhado e de lata, mas que cumpriu bem o papel para aplacar o banzo)
farofa (com receita goiana)
linguiças (chistorra e chorizo para fazer as vezes da toscana)
couve e acelga refogadas
mandioca frita (que aqui se chama yuka e demorou um tanto para ficar pronta no fogão de vitrocerâmica)
moqueca vegetariana (na panela de barro vinda do Brasil!)
brigadeiro
pé de moleque

A couve e o docinho junino ficaram por minha conta.

A saga da couve

couve

Engraçado como ingredientes tão comuns no Brasil exigem um certo trabalho de detetive para serem encontrados. Assim aconteceu com a couve. O primeiro desafio foi descobrir como ela se chamava em espanhol, uma vez que a couve idêntica a que temos eu nunca encontrei. Chegamos à conclusão de que o que há de mais perto da nossa é a berza, que tem o gosto e textura bem parecidos, porém com uma diferença marcante no visual: ela é toda crespa.

Não é algo que se encontra nos supermercados comuns e comprei a minha no “Mercado de las Maravillas”, no bairro de Tetuán, por indicação de uma amiga. Encontrei um único exemplar no mercado inteiro e, como o almoço seria para 15 pessoas, também levei um maço de acelga para complementar.

São João fora de época

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Para fazer o pé de moleque, encontrei o amendoim cru no mesmo mercado nas lojas de produtos latinos. O meu vinha do Peru e era um pouco maior (e sem pele) do que os brasileiros tradicionais para cozinhar. O leite condensado já se encontra nos supermercados regulares e precisei dele, pois a receita que fiz, na verdade, é de pé de moça – um clássico na minha família. Para lembrar de todos os detalhes, falei com minha tia, dona da receita original, e deu tudo certo. Quem quiser se aventurar, o modo de preparo está aqui, num passado remoto do Órfã.

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No fim das contas, foi um dia de mão na massa, boas risadas, comilança desenfreada e brasileirada feliz – os espanhóis que participaram do almoço também parecem ter aprovado o menu. Talvez só tenha faltado uma caipirinha pra fechar com chave de ouro. E uma coxinha, um pão de queijo, suco de fruta natural, queijo minas, doce de leite, quindim, banana…

15/06/2016

Imagem do dia

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:32 pm por Paula R.

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Em tempos de Copa América, James Rodriguez é ídolo absoluto na Colômbia (até nas prateleiras do supermercado!).

Foto: Érica B., no Supermercado Carulla, Bogotá (COL)

11/05/2016

Delivery às avessas

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:11 pm por Paula R.

O “Reverse Delivery” é uma iniciativa bacana da ONG Banco de Alimentos em parceria com a agência Grey. Os restaurantes que participam da campanha passam a utilizar uma mochila de entrega especial, com compartimento para, além de levar a comida pedida por telefone, poder voltar com alimentos doados.

O Banco de Alimentos gerencia o fluxo de doações e o direciona para instituições sociais. O vídeo explica direitinho! (Relevem a expressão “pessoas carentes”, que não se usa mais.) A ideia agora é que a lista de estabelecimentos cadastrados fique maior. Que tal indicar a iniciativa para seu restaurante favorito?

> Para saber mais: www.reversedelivery.com.br

:. Dica da Taís C. P.

05/01/2016

Feliz 2016!

Posted in Por aí, Uncategorized tagged , , , às 12:21 pm por Paula R.

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Criação da agência Y&R, da Itália (Via FB @Comunicadores).

20/09/2015

Ah, Itááália!

Posted in Por aí tagged , , , às 7:49 pm por Paula R.

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A exclamação, que se tornaria celebre na voz do Vanucci quando da vitória da “squadra azzurra” na Copa de 2006, é a primeira que me vem à cabeça quando penso em fazer o post de estreia sobre minhas férias na Itália. Sei que deixei um buraco enorme nos registros espanhóis, mas peço licença para dar a vez à culinária do Lácio, região onde fica Roma. A vida dá suas voltas.

Talvez os especialistas digam que a Itália não tem os pratos mais elaborados, os sabores mais desafiadores ou a etiqueta mais refinada à mesa, mas a verdade é que não tem para ninguém: não comi mal uma vez sequer nos 10 dias que estive por lá! Podia ser no café da manhã em casa, no salgado da lanchonete, no restaurante do ponto turístico ou nas melhores indicações dos próprios moradores, sempre saía mais do que satisfeita.

Claro que, como descendente de italianos, a culinária sempre me foi familiar e tem, inclusive, apelo sentimental. Porém, nunca tinha visto uma sociedade em que a comida é levada tão a sério. As refeições, os horários, as reuniões familiares, o modo de preparo e a qualidade dos ingredientes são assuntos com os quais simplesmente não se brinca.

Não à toa a Itália sediou a primeira parte do livro “Comer, rezar e amar”, mesmo com tantas igrejas por lá. Confesso que senti uma certa responsabilidade em escrever pela primeira vez sobre a comida dos meus bisavós (e dos antepassados de quase metade das pessoas que conheço), mas eu precisava começar de alguma maneira.

Nos próximos posts, falarei um pouco mais sobre os pratos aí de cima e sobre as curiosidades que me deparei in loco. Faz cinco dias que voltei para a Espanha e já sinto saudade. Um dia ainda volto.

(Fotos: Paula R.)

07/09/2015

Temos bananas!

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:58 am por Paula R.

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Em Roma, banana é fruta exótica – assim como o abacaxi, o kiwi e o limão tahiti. Agora é só provar pra ver se tem gosto da terrinha.

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