09/09/2017

Nutellamor

Posted in Por aí tagged , , , às 8:48 am por Paula R.

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Como resistir à tanta educação?

:. Publicado originalmente em http://www.instagram.com/orfadaofelia.

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Lettering

Posted in Por aí tagged , , , , às 8:39 am por Paula R.

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Recadinho que deixei na cozinha de um casal de amigos. Porque, além de comer, eu adoro paredes-lousa.

:. Publicado originalmente em http://www.instagram.com/orfadaofelia.

27/08/2017

Café espanhol: tostada com tomate

Posted in Receitas de salgados tagged , , , , às 9:33 am por Paula R.

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Café da manhã de hoje. (Foto escura, pois o sol deu uma trégua)

:. Fácil (facílimo, na verdade)

Ingredientes:
Baguete, bengala ou barra (na Espanha)
Tomate (1 tomate grande por pessoa)
Azeite
Sal

Modo de preparo:
– Pré-aqueça o forno, corte o pão em pedaços de um palmo aproximadamente e, em seguida, ao longo do comprimento. Leve ao forno para uma leve tostada, deixando crocante por fora e macio por dentro.
– Corte uma tampinha de um dos lados do tomate e rale no furo grosso do ralador. No final, só sobrará a casca na mão (É possível bater no liquidificador, mas eu prefiro ralado).
– Para servir: coloque um fio de azeite sobre o pão quentinho, unte com o tomate ralado e finalize salpicando sal a gosto. Sim, combina com café com leite!

Historinha…
Quando me mudei para Madri, sentia uma falta imensa do café da manhã brasileiro. Não tinha pão francês, pão de queijo, nem requeijão ou pão na chapa. O que eles costumavam comer de manhã eram churros com chocolate quente (um dia posto sobre isso) e tostada com tomate e café com leite, que eu torcia o nariz sem entender como uma coisa poderia combinar com a outra. Até o dia em que uma amiga me convidou para tomar café no centro, da maneira espanhola, e eu saí do apaixonada. Tostada com tomate é leve, saudável, alimenta e é facinho de fazer! Também tem a versão de pão tostado com manteiga e geleia por cima.

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25/08/2017

@orfadaofelia no Insta!

Posted in Por aí tagged , , às 2:08 pm por Paula R.

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O Órfã da Ofélia nasceu láááá em 2008, quando tudo era quase mato nesta tal de internet (ok, um pouco depois disso) e as mídias sociais ainda engatinhavam. Decidi criar um blog sobre comida, depois de ter escrito em uns outros quatro ou cinco, pois estava num momento estressante profissionalmente e queria poder escrever sobre o que quisesse, na hora que quisesse, do jeito que quisesse.

Escolhi falar de comida, pois queria um tema que sempre faria parte da minha vida, sem ser moda ou empolgação. A ideia inicial era ser meu caderno de receitas virtual – e o uso para isso até hoje -, mas também acabei falando de dicas de restaurantes, avaliação de produtos, entre outros.

Eu não tinha celular com câmera até (quase) outro dia,  às vezes o tempo era escasso para escrever e, assim, o Órfã foi ficando meio abandonado, posts homeopáticos, quase bimestrais. Não deixei de cozinhar, nem de comer ou ficar animada para conhecer um restaurante novo, mas a vida tem dessas coisas.

Assim, como também não deixei de lado o hábito de tirar foto de comida, dia desses me peguei pensando se não deveria fazer um perfil no Instagram para compartilhar minhas descobertas por aí. Não prometo nada, periodicidade ou longevidade, mas aqui vou eu para mais um capítulo do Órfã. E quem sabe não volte até a escrever de vez em quando?

> Para quem quiser seguir: @orfadaofelia.

23/10/2016

Matando a saudade

Posted in Por aí, Uncategorized tagged , , , , , , , , às 9:19 am por Paula R.

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Nos últimos anos, não foi fácil manter a frequência de posts por aqui. Aquela história de que a vida dá voltas etcetera e tal. Mas não vim dar desculpas, nem fazer promessas que não vou cumprir, portanto, vamos aproveitar o momento. E o momento é de que bateu uma saudade de escrever no Órfã e compartilhar um pouquinho da minha relação com a comida.

Muita gente não sabe, mas estou morando na Espanha há um tempinho – mil coisas para contar, fotos de comidas registradas, comidinhas preferidas, mas, para esse retorno, escolhi falar justamente daquilo que faz falta quando se está longe de casa.

Tenho um grupo de amigos brasileiros aqui em Madri e tentamos nos encontrar sempre que dá. Incrível como faz bem estar perto de gente da terrinha! Dia desses, num feriado de outubro que também é feriado no Brasil, resolvemos fazer um “almoço brasileiro” para aquecer o estômago numa tarde de chuva.

O esquema foi colaborativo; cardápio decidido no grupo do Whatsapp, cozinheiros voluntários e receitas com e sem carne, para agradar todo mundo. Teve:

arroz (tem que comprar o arroz largo, porque o redondo é para paella e risotos e fica uma papa só. Descobri empiricamente.)
feijão (grande, avermelhado e de lata, mas que cumpriu bem o papel para aplacar o banzo)
farofa (com receita goiana)
linguiças (chistorra e chorizo para fazer as vezes da toscana)
couve e acelga refogadas
mandioca frita (que aqui se chama yuka e demorou um tanto para ficar pronta no fogão de vitrocerâmica)
moqueca vegetariana (na panela de barro vinda do Brasil!)
brigadeiro
pé de moleque

A couve e o docinho junino ficaram por minha conta.

A saga da couve

couve

Engraçado como ingredientes tão comuns no Brasil exigem um certo trabalho de detetive para serem encontrados. Assim aconteceu com a couve. O primeiro desafio foi descobrir como ela se chamava em espanhol, uma vez que a couve idêntica a que temos eu nunca encontrei. Chegamos à conclusão de que o que há de mais perto da nossa é a berza, que tem o gosto e textura bem parecidos, porém com uma diferença marcante no visual: ela é toda crespa.

Não é algo que se encontra nos supermercados comuns e comprei a minha no “Mercado de las Maravillas”, no bairro de Tetuán, por indicação de uma amiga. Encontrei um único exemplar no mercado inteiro e, como o almoço seria para 15 pessoas, também levei um maço de acelga para complementar.

São João fora de época

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Para fazer o pé de moleque, encontrei o amendoim cru no mesmo mercado nas lojas de produtos latinos. O meu vinha do Peru e era um pouco maior (e sem pele) do que os brasileiros tradicionais para cozinhar. O leite condensado já se encontra nos supermercados regulares e precisei dele, pois a receita que fiz, na verdade, é de pé de moça – um clássico na minha família. Para lembrar de todos os detalhes, falei com minha tia, dona da receita original, e deu tudo certo. Quem quiser se aventurar, o modo de preparo está aqui, num passado remoto do Órfã.

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No fim das contas, foi um dia de mão na massa, boas risadas, comilança desenfreada e brasileirada feliz – os espanhóis que participaram do almoço também parecem ter aprovado o menu. Talvez só tenha faltado uma caipirinha pra fechar com chave de ouro. E uma coxinha, um pão de queijo, suco de fruta natural, queijo minas, doce de leite, quindim, banana…

15/06/2016

Imagem do dia

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:32 pm por Paula R.

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Em tempos de Copa América, James Rodriguez é ídolo absoluto na Colômbia (até nas prateleiras do supermercado!).

Foto: Érica B., no Supermercado Carulla, Bogotá (COL)

06/06/2016

Melhor propaganda

Posted in Filmes/TV tagged , , , , às 12:47 pm por Paula R.

Tenho uma amiga muito sortuda. Ela ganha tudo quanto é promoção (bolão da Copa, do Oscar, rifa, concursos de frases…) e não vou ficar muito surpresa se, a qualquer momento, receber a notícia de que ela levou a Mega Sena. A turma toda já está acostumada e eu acho muito divertido esse tanto de sorte, sendo que eu não ganho nem palito de sorvete premiado.

Em 2013, um amigo nosso surgiu como forte concorrente à maré de sorte ao ganhar uma promoção de frases da Heineken e – mesmo sem beber cerveja – ter ido assistir à final da UEFA Champions League em Wembley, na Inglaterra (Bayern de Munique 2 x 1 Borussia Dortmund). Comemoramos como se fosse um prêmio coletivo! É sempre divertido algo inusitado para mexer na nossa rotina e dar história para contar.

Ontem, vi um vídeo da última ação promocional da Heineken para o mesmo campeonato e fiquei com a sensação de que essa era a promoção que EU gostaria de ganhar e entrar para o roll de amigos sortudos ao lado da Elaine e do Victor. O resultado foi divulgado com o vídeo “O clichê”, que de clichê não tem nada. Caso não tenha assistido ainda, não vou dar spoiler. 😉

:. Post em homenagem à Gabi A., que me mostrou o vídeo e gostaria de ter sido premiada comigo.

03/06/2016

Bolo de cenoura

Posted in Receitas de doces, Uncategorized tagged , , , , , , , às 1:00 am por Paula R.

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:. Fácil – 20 pedaços

Ingredientes:

MASSA
3 cenouras médias raladas
3 ovos
1/2 xícara (chá) de óleo
1 colher (sopa) de margarina
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó

COBERTURA
1/3 xícara (chá) de leite
10 colheres (sopa) de achocolatado em pó
8 colheres (sopa) de açúcar
1 colheres (sopa) de margarina

Modo de preparo:

MASSA
– Unte uma forma com margarina, polvilhe com farinha de trigo e reserve.
– Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto a farinha e o fermento.
– Acrescente a farinha aos poucos e continue batendo. Caso o liquidificador não seja muito potente, despeje a massa numa vasilha e misture a farinha com uma espátula.
– Adicione o fermento, mexendo delicadamente com a espátula.
– Coloque a massa na forma untada e leve para assar no forno a 220 graus, por 30 minutos (ou conforme o comportamento do seu forno).
Dica: No final do tempo, teste se a massa está boa espetando um garfo. Se sair limpo, já pode tirar do forno.

COBERTURA
– Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo brando. Mexa até ferver e engrossar um pouco.
– Fure a superfície do bolo com um grafo em alguns pontos aleatórios e despeje a cobertura, ajudando a espalhar com uma colher. Assim que esfriar um pouco, a cobertura ficará durinha.

:. Historinha…
O conceito de “comfort food” está ligado àqueles pratos que nos dão prazer e nos remetem a boas lembranças, a uma época de felicidade e, claro, muitas vezes está ligado à infância. É a típica comida de mãe ou de vó, como na quase clássica cena final do desenho “Ratatouille”, ou mesmo algo reconfortante como um chocolate quente num dia de frio e chuva. Pode ser um prato que alguém prepara quando a gente está doente (ou triste), por isso hoje resolvi arriscar esse bolo de cenoura, para adoçar a tarde da minha mãe, recém-operada . Fazia anos que não me aventurava a preparar um bolo. Fiz a receita seguindo as dicas dela e ficou do jeito que eu queria: fofo e com cobertura que “craquela” levemente quando começa a esfriar. Um clássico do interior.

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11/05/2016

Delivery às avessas

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:11 pm por Paula R.

O “Reverse Delivery” é uma iniciativa bacana da ONG Banco de Alimentos em parceria com a agência Grey. Os restaurantes que participam da campanha passam a utilizar uma mochila de entrega especial, com compartimento para, além de levar a comida pedida por telefone, poder voltar com alimentos doados.

O Banco de Alimentos gerencia o fluxo de doações e o direciona para instituições sociais. O vídeo explica direitinho! (Relevem a expressão “pessoas carentes”, que não se usa mais.) A ideia agora é que a lista de estabelecimentos cadastrados fique maior. Que tal indicar a iniciativa para seu restaurante favorito?

> Para saber mais: www.reversedelivery.com.br

:. Dica da Taís C. P.

05/01/2016

Feliz 2016!

Posted in Por aí, Uncategorized tagged , , , às 12:21 pm por Paula R.

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Criação da agência Y&R, da Itália (Via FB @Comunicadores).

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