03/06/2016

Bolo de cenoura

Posted in Receitas de doces, Uncategorized tagged , , , , , , , às 1:00 am por Paula R.

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:. Fácil – 20 pedaços

Ingredientes:

MASSA
3 cenouras médias raladas
3 ovos
1/2 xícara (chá) de óleo
1 colher (sopa) de margarina
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento em pó

COBERTURA
1/3 xícara (chá) de leite
10 colheres (sopa) de achocolatado em pó
8 colheres (sopa) de açúcar
1 colheres (sopa) de margarina

Modo de preparo:

MASSA
– Unte uma forma com margarina, polvilhe com farinha de trigo e reserve.
– Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto a farinha e o fermento.
– Acrescente a farinha aos poucos e continue batendo. Caso o liquidificador não seja muito potente, despeje a massa numa vasilha e misture a farinha com uma espátula.
– Adicione o fermento, mexendo delicadamente com a espátula.
– Coloque a massa na forma untada e leve para assar no forno a 220 graus, por 30 minutos (ou conforme o comportamento do seu forno).
Dica: No final do tempo, teste se a massa está boa espetando um garfo. Se sair limpo, já pode tirar do forno.

COBERTURA
– Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo brando. Mexa até ferver e engrossar um pouco.
– Fure a superfície do bolo com um grafo em alguns pontos aleatórios e despeje a cobertura, ajudando a espalhar com uma colher. Assim que esfriar um pouco, a cobertura ficará durinha.

:. Historinha…
O conceito de “comfort food” está ligado àqueles pratos que nos dão prazer e nos remetem a boas lembranças, a uma época de felicidade e, claro, muitas vezes está ligado à infância. É a típica comida de mãe ou de vó, como na quase clássica cena final do desenho “Ratatouille”, ou mesmo algo reconfortante como um chocolate quente num dia de frio e chuva. Pode ser um prato que alguém prepara quando a gente está doente (ou triste), por isso hoje resolvi arriscar esse bolo de cenoura, para adoçar a tarde da minha mãe, recém-operada . Fazia anos que não me aventurava a preparar um bolo. Fiz a receita seguindo as dicas dela e ficou do jeito que eu queria: fofo e com cobertura que “craquela” levemente quando começa a esfriar. Um clássico do interior.

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16/12/2012

Sobre os doces

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , , , , às 9:23 pm por Paula R.

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Como adiantei, a comida não foi a melhor parte de nossa viagem, mas, os doces eram particularmente desinteressantes – acho que só perdiam para as bebidas sem gelo. O primeiro sorvete que tomei foi um de chicha morada (suco de milho roxo), da marca D’Onofrio, que é a representante da Nestlé no Peru e Bolívia.

Apesar da criatividade do sabor, o picolé tinha gosto de bala/chiclete. Minha segunda tentativa foi com um sorvete com casca de chocolate, que também não convenceu. Dos de massa, acabei não tomando. Os bolos eram curiosos, pareciam vestidos de festas de 15 anos dos anos 80, cheios de chantilis coloridos e arabescos, porém não cheguei a provar.

Nossa sobremesa mais frenquente eram os chocolates, em especial o “Triangulo” (mesclado, ao leite ou de capuccino) e o “Sublime” (ao leite, branco ou com amendoins). Os preços eram baratos, entre R$ 1 e R$ 2 e eram encontrados em todos os lugares. Não havia muita opção de chocolate nacional em ambos os países; ou vendiam um desses da D’Onofrio ou os importados como Snickers e Kit Kat.

Também gostei do costume de tomar pipoca doce com iogurte no café da manhã. A textura é diferente, sem parecer pipoca estourada, como que uma versão de derreter na boca daquelas meios borrachudas da infância.

Para finalizar, a recordação mais doce que levo dessa viagem (trocadilho!) foi a bolacha Oreo, da Nabisco, que vendia em todos os lugares, em práticos pacotes com quatro unidades. Nos idos anos 90, a Oreo era uma das minha bolachas favoritas da adolescência ao lado da Chocolícia, mas saiu de linha no Brasil e eu fiquei órfã – não, não adianta falar que é parecida com a Negresco! Andávamos sempre com pacotinhos na mochila e ainda trouxe na mala alguns para matar a saudade.

Nota: uma opção bem popular de doce eram as gelatinas e flans vendidas em copos, que também não provei. Ver foto.

:. Escrito em 03/mar. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R. + reprodução daqui)

09/04/2012

Post atrasado

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , às 5:19 pm por Paula R.

Acaba de passar o feriado mais chocolateiro do ano e só agora consigo um tempinho para falar da Chocolândia. Mea culpa! Fui na unidade do Ipiranga da rede que é especializada em chocolates, mas também tem uma seção de supermercado, de matéria-prima para doceiras e de guloseimas em atacado.

Fiz minhas compras de Páscoa por lá e economizei de R$ 8 a R$ 12 nos ovos e caixas de Ferrero Roche. Sem contar a infinidade de cestas, embalagens, coelhos, que deixam a gente meio enlouquecida. Além do chocolate, saí com caixas de chicletes, paçoquinha, enfim, um verdadeiro atentado a qualquer dieta.

Pelo que vi no site, eles também dão cursos de culinária.

Serviço:
Chocolândia*
Rua Silva Bueno, 2040
Ipiranga – São Paulo-SP
Tel.: (11) 2889-7600
www.chocolandia.com.br
*Há também unidades na Lapa, Santo Amaro, Tatuapé e Santo André.

:. Dica da Taís C.P.

15/02/2012

Para marmanjos de TPM

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , às 11:20 pm por Paula R.


Esse é o calendário mais criativo que vi nos últimos anos. Na verdade, ele é um mero detalhe da caixa que vem com 12 latinhas recheadas de bombons inspirados nas personalidades das pin ups que ilustram as embalagens.  No total, são 3 kg de chocolate.

As pinturas foram feitas a partir de fotos com modelos, produzidas para representar arquétipos femininos (do imaginário masculino) – há a enfermeira, a professora, a inocente e por aí vai. O projeto Chocolates with Attitude é dinamarquês e foi desenvolvido pela Brandhouse e Bessermachen DesignStudio, com receita da Konnerup e ilustrações de Niels Ditlev. Preço e formas de comprar não descobri.

> Mais detalhes (bem detalhados) aqui: www.chocolateswithattitude.dk.

(Fotos: reprodução daqui e daqui)

16/10/2011

Fazendo arte

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , , às 9:58 pm por Paula R.

Na vida de uma pessoa em dieta tem dessas coisas: só hoje abri minha última caixa de chocolate da Páscoa! Ganhei a “Fazendo Arte”, da Cacau Show, em um amigo-secreto por conta da minha afinidade com trabalhos manuais. O kit vem com três barras de chocolate em formato de coelho, ovo e cenoura, acompanhadas de tubos de glacê comestível nas cores branco, laranja e verde.

A ideia é boa e deve ter causado furor com a criançada. O problema é que o glacê não seca nunca e pode terminar em bagunça. Também achei muito glacê para pouco chocolate – usei menos de ¼ de cada tubinho para decorar as peças. Fica-a-dica, Cacau Show.

12/10/2011

Chocolate

Posted in Filmes/TV tagged , , , , às 1:00 pm por Paula R.

“Chocolate” é um filme que entra em 10 entre 10 listas sobre cinema & gastronomia e ainda não tinha aparecido por aqui, pois queria revê-lo antes de escrever – tinha ido ao cinema na época do lançamento, em 2000/2001, e só nesse final de semana assisti novamente. É doce e reconfortante, digamos, e recomendado para ver com amigas ou num sábado à tarde em que se está sozinha.

Adaptando o livro de Joanne Harris, o diretor sueco Lasse Hallström fez uma comédia romântica com leves pitadas dramáticas a la Festa de Babette e Maleena. A película conta a história de Vianne Rocher, uma mãe solteira com espírito nômade, que chega com sua filha a um vilarejo francês tradicional e dominado pelas regras da igreja – e do conde interpretado por Alfred Molina. A protagonista, composta por Juliette Binoche – linda! –, abre uma loja de chocolates em plena quaresma e começa sua história na comunidade com o pé esquerdo.

O filme é uma ode ao chocolate, seus sabores e propriedades reconfortantes. Vianne é descendente  de maias, tem o dom de adivinhar o chocolate favorito dos clientes e cria combinações inusitadas para o doce. Inevitável ficar com vontade. Também trata de moralismo, tolerância e solidariedade.

Além de Binoche, “Chocolate” tem Judi Dench, Lena Olin e Johnny Depp, que faz um sedutor cigano dos rios.

> Saiba mais sobre o filme.

(Fotos: cenas do filmes reproduzidas daqui e daqui)

15/06/2011

Kit Kat is back

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , às 11:59 pm por Paula R.


Acho que a notícia do dia do mundo gastronômico foi o anúncio da volta do Kit Kat ao Brasil. Há mais de uma década sem ser produzido por aqui, o chocolate figurava entre os itens mais pedidos pelos saudosistas – confesso que fazia coro com eles, ao menos em pensamento.

Minha última lembrança da iguaria foi a prova de vestibular da Unesp, em dezembro de 1996, para a qual levei apenas uma garrafinha de água e um Kit Kat por dia. E deu sorte! Com isso, posso afirmar que a data do sumiço do item por aqui não foi 1994, como disse o texto em que li a novidade.

Fiquei animada, mas resta saber se o novo Kit Kat vai atender a todas as expectativas das minhas memórias – que o diga o Brown Cow.

(Foto: reprodução daqui)

13/06/2011

Fondue de chocolate

Posted in Receitas de doces tagged , , , , , às 4:34 pm por Paula R.

Fácil – Porção para 8 pessoas

Ingredientes:

500g de chocolate ao leite
100g de chocolate meio amargo
2 caixinhas de creme de leite
5 colheres (sopa) de conhaque
Aparelho de foundue (ou vasilha e panela para banho-maria)

Acompanhamentos:

1 pacote de bolacha wafer picada em três partes
2 cachos de uva rubi
3 caixas de morangos
4 bananas cortadas em rodelas

Modo de preparo:

– Rale ou pique os chocolates.
– Na vasilha de fondue, misture os chocolates e o creme de leite. Ligue o fogo e mexa constantemente – também é possível fazer no fogão, em banho-maria. Verifique se é preciso diminuir a intensidade do fogo para não pegar no fundo.
– Quando o chocolate estiver derretendo, mas com alguns pedaços, acrescente o conhaque e continue mexendo. A mistura estará pronta quando o líquido estiver uniforme.
– Desligue o fogo. Para comer, basta espetar os acompanhamentos na ponta dos garfinhos e molhar no fondue.

:. Historinha…

Há tempos não comia fondue, apesar de gostar bastante. Achava os rodízios caros ou muito lotados e não tinha jogo de fondue – brincava que era por não ter tido “lista de casamento”. Coincidentemente, eu e minha mãe ganhamos aparelhos no início do ano, mas não tínhamos usado ainda. Nesse final de semana, debutamos o dela com uma receita de chocolate inventada a várias mãos, cheia de palpites e espiadas na internet. A coisa é simples e acho que dificilmente dá errado. Provamos até com morango e abacaxi desidratados. Também testamos uma pequena porção com Drambuie, um licor de uísque, no lugar do conhaque e ficou uma delícia!

(Fotos: Paula R.)

17/01/2011

Momento São Tomé

Posted in Por aí tagged , , , às 3:02 pm por Paula R.

O que você diria de combater a TPM com um chocolate que se come aspirando e tem zero caloria? Dizem que essa maravilha existe e se chama Le Whif. Lançado em Paris em 2009, o produto tem como slogan “Tão doce como chocolate, tão leve como ar” e é vendido em três sabores: chocolate puro, com framboesa e com menta.

O doce foi desenvolvido por um professor de Harvard, David Edwards, que afirma que esse método de degustação espalha partículas de chocolate por toda a boca, não indo direto para a garganta, o que garantiria um sabor mais intenso. A empresa também produz vitaminas e café para serem consumidos do mesmo jeito. Será que funciona? Se alguém já provou, me escreva!

À venda no site www.laboshop.fr ou em lojas na capital francesa.

:. Dica da Ju W.

(Foto: reprodução daqui)

28/12/2010

Do Fasano à Cepam

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , , , , às 11:30 pm por Paula R.


A origem do panettone é um pouco controversa, mas a maioria das versões parece concordar que a receita de um “pão naturalmente fermentado e recheado com frutas cristalizadas” foi criada em Milão, na Itália, talvez por volta do século XV. E, como grande parte das receitas italianas, ganhou as graças do brasileiro e, hoje em dia, é quase um sinônimo de Natal.

Gosto dessas “comidas de época” e, desde pequena, como panettone com margarina – o chocottone, uma invenção mais recente, acho gostoso por si só. A cada ano surgem novas receitas, algumas só com uvas passas, outras com doce de leite, ameixa, goiabada, outras com tudo isso junto.

Nunca tinha pensado em fazer em casa, mas andei vendo umas receitas por aí – como essa do Prato Fundo – que parecem interessantes. Neste Natal, também provei pela primeira vez três marcas que merecem destaque.

Fasano (mais de R$60)

Quem nunca ouviu falar do restaurante Fasano? Número 1 em 9 a cada 10 listas de restaurantes na categoria comida italiana, a casa é tão inatingível para a maioria dos paulistanos quanto é famosa. O medo dos cifrões sempre tiraram o Fasano das minhas opções na hora de escolher um lugar para comer bem – talvez falte conhecer alguém que tenha ido e incentive com aquele “é caro, mas vale à pena”.

O mais perto que cheguei do Fasano até então foi do seu panettone, compartilhado pela minha prima Romi. A “receita clássica”, como eles mesmo intitulam, é de 1902 e merece respeito pela longevidade. Massa fofinha, com textura fresca e frutas cristalizadas. Nem precisei de margarina.

> Visite: http://www.fasano.com.br/

Cacau Show (R$ 35)

A versão recheada com trufa de avelã minha irmã ganhou de presente e também teve que repartir com a família. Era bem recheado e a cobertura de chocolate ao leite tornava o exemplar mais um doce do que qualquer outra coisa. Acabou num café da tarde.

> Veja os outros sabores em: http://www.cacaushow.com.br/

Cepam (menos de R$ 10)

A Cepam é uma panificadora na Vila Prudente, que fica pertinho da casa de uns amigos. Eles me levaram lá para jantar outro dia – e isso dá um outro post – e ficamos perdidos com a quantidade de opções de panettones que a casa oferecia, a maioria da Village (não entendi direito, mas acho que a padaria pertence à marca). Compramos um de doce de leite e gotas de chocolate, que nem vinha na caixinha e tinha sido feito no dia anterior, ou seja, fresquíssimo. Muito gostoso e custou apenas R$ 5,50.

Também levamos um chocottone fatiado, que, infelizmente, não encontrei foto na internet e nós devoramos antes de qualquer registro. Custou R$ 7,90 e é do formato de um pão de forma, mas com gosto e textura de chocottone. O comentário geral do pessoal que experimentou lá em casa foi: Por que ninguém pensou nisso antes?

> Mais em: http://www.villagecepam.com.br/

(Fotos: reproduções daqui e daqui)

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