16/12/2012

Sobre os doces

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , , , , às 9:23 pm por Paula R.

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Como adiantei, a comida não foi a melhor parte de nossa viagem, mas, os doces eram particularmente desinteressantes – acho que só perdiam para as bebidas sem gelo. O primeiro sorvete que tomei foi um de chicha morada (suco de milho roxo), da marca D’Onofrio, que é a representante da Nestlé no Peru e Bolívia.

Apesar da criatividade do sabor, o picolé tinha gosto de bala/chiclete. Minha segunda tentativa foi com um sorvete com casca de chocolate, que também não convenceu. Dos de massa, acabei não tomando. Os bolos eram curiosos, pareciam vestidos de festas de 15 anos dos anos 80, cheios de chantilis coloridos e arabescos, porém não cheguei a provar.

Nossa sobremesa mais frenquente eram os chocolates, em especial o “Triangulo” (mesclado, ao leite ou de capuccino) e o “Sublime” (ao leite, branco ou com amendoins). Os preços eram baratos, entre R$ 1 e R$ 2 e eram encontrados em todos os lugares. Não havia muita opção de chocolate nacional em ambos os países; ou vendiam um desses da D’Onofrio ou os importados como Snickers e Kit Kat.

Também gostei do costume de tomar pipoca doce com iogurte no café da manhã. A textura é diferente, sem parecer pipoca estourada, como que uma versão de derreter na boca daquelas meios borrachudas da infância.

Para finalizar, a recordação mais doce que levo dessa viagem (trocadilho!) foi a bolacha Oreo, da Nabisco, que vendia em todos os lugares, em práticos pacotes com quatro unidades. Nos idos anos 90, a Oreo era uma das minha bolachas favoritas da adolescência ao lado da Chocolícia, mas saiu de linha no Brasil e eu fiquei órfã – não, não adianta falar que é parecida com a Negresco! Andávamos sempre com pacotinhos na mochila e ainda trouxe na mala alguns para matar a saudade.

Nota: uma opção bem popular de doce eram as gelatinas e flans vendidas em copos, que também não provei. Ver foto.

:. Escrito em 03/mar. Mais sobre a viagem aqui.

(Fotos: Paula R. + reprodução daqui)

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17/09/2012

A volta do Lollo

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , , às 4:14 pm por Paula R.

A embalagem de papel com uma simpática vaquinha amarela era a marca registrada do chocolate Lollo, que marcou a infância do pessoal nos anos 80. Em 1992, devido a uma estratégia de mercado que a criançada não entendeu, o doce passou a se chamar Milkybar e trazia estampado um mascote americanizado, como se a embalagem em si fosse um personagem.

Não sei explicar se houve mudança na fórmula, se foi o nome inglês ou a ausência da vaquinha, mas o chocolate perdeu popularidade vertiginosamente e passou a ser coadjuvante das caixas de bombom Especialidades.

Hoje saiu a notícia de que a Nestlé quer aproveitar a onda saudosista do mercado consumidor adulto e vai relançar o Lollo, com embalagem e fórmula originais, por tempo limitado. Em 2010, fiquei eufórica com o relançamento do Brown Cow, outro ícone da minha infância, e acabei me decepcionando um pouco.

Não sei se a fórmula tinha mudado ou se, simplesmente, meu paladar mudou. A gente cresce e aquele refrigerante incrível de abacaxi passa a ser doce demais, né? De qualquer forma, vou pagar para ver. E, é claro, venho contar aqui.

Para ilustrar, reproduzo uma montagem que fiz lá em 2009 com um “antes e depois” de chocolates:

(Foto: reprodução do UOL)

11/08/2011

Café da manhã

Posted in Por aí tagged , , , , , , às 3:41 pm por Paula R.


Um dito popular diz que a gente deve tomar café da manhã “como um rei” e depois ir reduzindo a quantidade de comida ao longo do dia. Porém, hoje já se sabe que o importante mesmo é fazer cinco refeições por dia, com cardápios balanceados. E a primeira delas é justamente o café da manhã, que muitas vezes é negligenciado.

Depois que comecei a fazer dieta, ando mais preocupada com isso, tento comer de três em três horas, alimentos mais saudáveis, mas ainda tem muita gente que toma só um cafezinho preto e já sai trabalhar. Ontem, participei pela primeira vez de uma coletiva realizada para imprensa, blogueiros e formadores de opinião, que fui convidada pelo Órfã. Legal, né? O evento era sobre o lançamento de uma campanha promovida pelo segmento de cereais da Nestlé chamada “Café da manhã é + do que você imagina”.

O foco eram os hábitos alimentares matinais da criançada, uma vez que uma boa refeição logo cedo ajuda a dar energia para o restante do dia e pode melhorar o desempenho escolar – na época que eu estava prestando vestibular, lembro de ter lido uma matéria que falava sobre as vantagens de comer “sucrilhos” antes de ir para a aula. Outra preocupação são os problemas causados pela falta de cálcio e ferro, já identificados nas crianças do Brasil.

A empresa apresentou os resultados de uma pesquisa com mães brasileiras, que, apesar de saberem a importância da refeição, nem sempre têm tempo para preparar algo balanceado ou mesmo paciência para insistir com os filhos que não têm fome de manhã.

Na ocasião, estavam presentes as atrizes Malu Mader (a mais engraçada), Julia Lemmertz e Maria Paula, que deram seus depoimentos como mães, e os profissionais Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a professora Sílvia Franciscato Cozzolino, nutricionista da Universidade de São Paulo (USP). Segundo eles, o café da manhã ideal deve conter:

  • 1 porção de cereais, de preferência integrais (fonte de fibras): flocos de milho ou arroz, como corn flakes, pães, torradas;
  • 1 porção de leite ou produtos lácteos (fonte de cálcio, que pode ser enriquecida com ferro): leite, queijo, iogurte; e
  • 1 porção de frutas (fontes de vitaminas e minerais): frutas in natura, sucos ou geleias.

No evento, também foram oferecidos vários produtos Nestlé que podem ser consumidos no café da manhã – até Nespresso! –, mas eu fiquei só nos cereais: o tradicional Corn Flakes e experimentei o Nescau e o Crunch, que é bem crocante.

> Veja os números da pesquisa da MarketTools: Fact_Sheet_Levantamento

> Para mais informações sobre o tema, visite o site: www.maisdoquevoceimagina.com.br (A matéria sobre o evento está aqui)

(Fotos: divulgação do evento + Paula R.)

15/06/2011

Kit Kat is back

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , às 11:59 pm por Paula R.


Acho que a notícia do dia do mundo gastronômico foi o anúncio da volta do Kit Kat ao Brasil. Há mais de uma década sem ser produzido por aqui, o chocolate figurava entre os itens mais pedidos pelos saudosistas – confesso que fazia coro com eles, ao menos em pensamento.

Minha última lembrança da iguaria foi a prova de vestibular da Unesp, em dezembro de 1996, para a qual levei apenas uma garrafinha de água e um Kit Kat por dia. E deu sorte! Com isso, posso afirmar que a data do sumiço do item por aqui não foi 1994, como disse o texto em que li a novidade.

Fiquei animada, mas resta saber se o novo Kit Kat vai atender a todas as expectativas das minhas memórias – que o diga o Brown Cow.

(Foto: reprodução daqui)

27/10/2010

Vermelho em alta

Posted in Por aí tagged , , , às 4:13 pm por Paula R.

Duas das quatro marcas mais lembradas pelos brasileiros em 2010, segundo o Top of Mind da Folha, são ligadas à indústria alimentícia. As outras são Omo e Nike. Leia mais…

12/05/2010

Leite condensado

Posted in Receitas de doces tagged , , , , às 5:32 pm por Paula R.

Taí uma das coisas que figuram entre as maiores unanimidades gastronômicas. Pelo menos entre os “doçólatras”. É com ele que fazemos os docinhos (brigadeiro!), pudins, batidas e damos um up em qualquer salada de fruta. Abacaxi com leite condensado é tudo de bom!

Já a origem do produto é um pouco controversa na internet. Segundo a Wikipedia, ele teria sido resultado dos experimentos do francês Nicolas Appert (1749-1841), que descobriu que o aquecimento de alimentos em recipientes fechados podia interromper o processo de fermentação. Isso por volta de 1820.

Mas sua patente seria registrada somente em 1856 pelo norte-americano (sempre eles!) Gail Borden (1801-1874), que tentando desidratar o leite de vaca comum, descobriu que, antes de atingir o estado de leite em pó, se transformava no condensado. Com um maior tempo de duração, esse tipo de leite teria sido muito usado para alimentar os soldados na Guerra da Secessão nos EUA (1861-1865).

Detalhe: inicialmente o leite condensado era consumido diluído na água, para se tomar como leite. E, pelo visto, a coisa começou a descambar aqui no Brasil mesmo. Sorte nossa.

Você faz maravilhas com Leite Moça*

Já a história do leite condensado mais popular por aqui começou na Suíça. Segundo o site da fabricante, a Nestlé and Anglo Swiss Condensed Milk Co surgiu, em 1905, da sociedade entre o químico alemão (e morador da Suíça), Henri Nestlé, que criou uma farinha à base de leite e cereais – a Farinha Láctea -, e o americano George H. Page, que estava fabricando leite condensado na cidade suíça de Cham, se aproveitando do leite abundante e de boa qualidade produzido no País.

No Brasil, o leite condensado começou a ser comercializado em 1890 com o nome inglês Milkmaid, tradução de La Laitière, que significa a “vendedora de leite”, uma figura tipicamente suíça e que ilustrava as embalagens. Como as pessoas tinham dificuldade para pronunciar o nome, passaram a chamar o produto de “o leite da moça”. Quando começou a ser fabricado por aqui, em 1921, a Nestlé optou pela nome já usado pelos consumidores. Legal, né?

*No final de 2009, foram relançados os rótulos de 1937, 1946, 1957, 1970 e 1983, revestindo o formato acinturado mais recente. São esses aí de cima.

O blog

Depois de ler tudo isso sobre sua história, dá vontade mesmo é de comer algo preparado com ele. Para isso, recomendo o Leite Condensado, um blog especializado em receitas que utilizam o produto na confecção. São dois anos no ar e mais de 400 receitas.

> Visite: http://www.leitecondensado.com/

Nós também temos:

> Brigadeiro de café
> Palha italiana
> Mousse de maracujá
> Pudim de Baileys
> Pavê de Bis
> Batida de pêssego
> Sobremesa rápida de morango

31/08/2009

Frutas vermelhas

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , às 11:36 am por Paula R.

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Parece que a cada dia-sim-dia-não que vou na bomboniere perto do meu trabalho descubro um novo lançamento de chocolate. Assim fica difícil manter qualquer dieta.

O último foi o Nestlé Classic – Branco com recheio cremoso de frutas vermelhas, vendido em embalagem de 140 g. O chocolate é bem doce e, apesar do recheio azedinho dar uma equilibrada, não dá para comer muito de uma vez só. Para fãs de chocolate branco.

(Foto: Victor F./Manopeli)