23/09/2014

RW: Ecully

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , às 11:59 pm por Paula R.

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Nunca tinha ouvido falar desse restaurante até me deparar com ele entre as sugestões da Restaurant Week que ficam no bairro de Perdizes, onde estou morando temporariamente. As opções de menu eram interessantes, com frutos do mar, que eu adoro, e o crème brûlée de laranja foi o fator decisivo para resolver conhecê-lo.

Não sei o que significa “ecully”. Achei que era uma palavra italiana, mas o Google Translator me diz que é francês, porém não me traz o significado. De qualquer forma, a casa é de comida contemporânea, que eu também não sei dizer exatamente o que é. Imagino que seja algo como “dos dias de hoje”, talvez receitas repaginadas, ingredientes inusitados em receitas tradicionais etc. (Experts, não me matem!)

O ambiente da casa é agradável, à meia-luz, com uma mangueira entre as mesas. A árvore deve dar um charme extra nas refeições durante o dia. Na entrada, há uma loja de vinhos, mas não parei para olhar se havia algo interessante – bom e barato, que é meu tipo preferido. Os garçons são prestativos e têm visual descolado.

Pedi o menu da RW – R$ 38,90 (almoço) e R$ 50,90 (jantar) –, acompanhado de um vinho pinot noir argentino, que saiu por R$ 53,90. Está caro ou eu que estou por fora? A comida estava boa e bem servida, o que me fez sair satisfeita por ter conhecido mais um lugar bacana em São Paulo. Pelo que dei uma olhada no cardápio regular, voltaria para provar alguns pratos.

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De entrada, pedi ostras gratinadas no pecorino (um queijo!) com ovas de capelin (um peixe!). Acho que foi o prato mais “ui ui ui” que já pedi na vida, como diriam certos amigos meus. Eram duas ostras acomodadas em caminhas de sal grosso, para serem comidas com um garfo especial. Estavam uma delícia, com sabor marcante por conta do queijo.

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O segundo prato foi uma massa: bavette ao molho de bisque, tomate, manjericão, camarões e bacon. Bem saboroso e numa quantidade que satisfez. O molho bisque, que eu não conhecia, é suave e talvez não tenha sido uma boa pedida começar com algo tão acentuado como as ostras. Mas, depois das primeiras garfadas, já consegui identificar melhor os ingredientes.

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Para finalizar, fiquei com o crème brûlée de laranja. Gosto bastante de doces feitos com laranja, como bolos e pudins, porém, nessa receita em especial, achei que havia um certo sabor de ovo se sobressaindo ao da fruta. Não estava ruim, mas, infelizmente, não correspondeu às minhas expectativas.

Ecully
Rua Cotoxó, 493
Perdizes – São Paulo (S)
Tel.: (11) 3853-3933
www.ecully.com.br
Menu na RW aqui!

(Fotos: Paula R. + print do site do Ecully)

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06/08/2014

O mundo cabe no Brás

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , , , , , , às 10:38 pm por Paula R.

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Dia 26 de julho, fui na 19ª edição da Festa do Imigrante, que aconteceu no Museu do Imigrante, antiga hospedaria para quem chegava a São Paulo entre os séculos XIX e XX. Foi minha quinta participação no evento e sempre saí satisfeita com minhas descobertas. Infelizmente, desta vez, escrevo o post depois da festa ter acabado, mas acho que vale como algo para entrar na “to do list” do ano que vem.

Todo ano eu e meus amigos temos uma estratégia infalível: chegar às 10 horas. Parece cedo para já pensar em almoçar, mas é o tempo ideal para chegar, comprar as fichas e fazer o reconhecimento do local, olhar o que as barraquinhas estão oferecendo e ficar com dúvidas sobre por onde começar. Isso tudo antes da festa lotar.

Sempre tento evitar repetir pratos para ampliar meu repertório culinário, mas alguns revivals são inevitáveis. No total, gastei R$ 50 e saí muito bem alimentada, às 16h30. A festa também traz barraquinhas de artesanato, danças típicas – meu sobrinho adorou o “tambor japonês”! –, passeio de maria fumaça e, esse ano, contou com a reabertura do museu, que estava em reforma. A exposição está linda e muito bem montada! Vale à pena visitar.

Bulgária

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Na edição passada, fiquei com vontade das burekas búlgaras, uma espécie de salgado folhado em forma de “donut”, porém, quando fui provar, elas já haviam acabado. Este ano não quis perder a oportunidade, mas acabei sendo seduzida por um outro item da barraca: o tivenik também no formato redondo, o quitute era adocicado, com recheio de abóbora, damasco e nozes.

Uma delicinha. A unidade saiu por R$ 6.

Índia

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Alternando com paladares já conhecidos, minha segunda opção foram as tradicionais samosas indianas, pasteizinhos com recheio de vegetais e com direito a molho agridoce apimentado. Duas por R$ 7.

México

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A barraca mexicana, assim como ano passado, estava representada pelo restaurante Obá, especializado em culinárias brasileira, mexicana e tailandesa. Acredito ser o único exemplar de restaurante mais refinado a conduzir uma barraquinha na festa. Me avisem se estiver enganada.

A tostada de massa crocante com pasta de feijão, guacamole, vinagrete e queijo vale cada centavo dos R$ 9. Há duas opções de pimenta para acompanhar. Fiquei com a mais fraca e, mesmo assim, queimei a língua. Only for the braves. rs

Egito/Turquia

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Dividi um donner kebab, mais conhecido como “churrasco grego”, com uma amiga. O sanduíche é montado no pão sírio, com tiras de carne bovina, tomate, repolho, batata frita e molho de iogurte. O que provamos ano passado, com o pão assado na hora, era imbatível, mas esse também nos deixou felizes. R$ 20 que valem uma refeição.

De sobremesa, investi num ninho de damasco com calda de laranjeira que estava incrível. R$ 7 por cada doce. Foi difícil resistir a experimentar as versões de amêndoas, nozes figo, ameixa…

Destaque para o cartaz “Freedom for Gaza”, que fazia parte da decoração do estande.

Lituânia

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Por falar em doces, não poderia deixar de falar da barraca lituana, parada obrigatória desde que conhecemos a festa. Esse ano não consegui reservar um espaço para uma torta inteira, mas belisquei as dos meus amigos. Os sabores são leves e, em geral, levam frutas vermelhas, damasco ou pêssego. R$ 7 a fatia.

Alemanha

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Sempre me recuso a visitar as barraquinhas de culinárias às quais estou mais do que acostumada, como as da Itália ou Japão, mas não resisti a beber na da Alemanha. O chopp escuro Braumeister Dark de 500 ml saía por R$ 9.

Nota: adorei o fato do rótulo trazer o personagem do filme “O Homem que Ri” (1928), que inspiraria a caracterização do Coringa – aquele mesmo, o inimigo do Batman.

Rússia

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O campo das bebidas, entretanto, não ficou livre de experimentações. Na barraca russa, compramos o kvass, apelidado por eles como o “primo da cerveja”, provavelmente pelo processo de produção que envolve fermentação. O grau alcoólico é de apenas 0,5%. O copo saía por R$ 6.

Entre as opções de abacaxi com hortelã e a de beterraba, ficamos com a segunda, mais exótica. O sabor é, digamos, de beterraba. Não é doce nem salgado e, pra mim, me satisfaria em dias em que tenho vontade de tomar água com gás.

Também fomos seduzidos pelo cartaz que dizia: “Diga não ao imperialismo! Conheça o kvass, a Coca-Cola do Leste Europeu”. O kvass tem tudo para entrar na minha lista obrigatória, assim como a chicha morada ou “suco de milho roxo”, um sucesso da barraca peruana.

Armênia

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Antes de ir embora, para gastar as últimas fichas, pedimos uma omelete com bastãrmá (carne seca armênia), servido no pão sírio. O prato era feito na hora e foi um dos melhores pedidos do dia. R$ 10 e delicioso!

Só fiquei um pouco chateada por não ter sobrado nenhum espacinho para comer os pierogis poloneses – recheados de batata e queijo e com pitadas de boas lembranças. Já sabem onde me encontrar ano que vem.

Serviço:
Festa do Imigrante
Local: complexo da antiga Hospedaria de Imigrantes
End.: Rua Dr. Almeida Lima, 900, Mooca, São Paulo
Entrada: R$ 6
www.museudaimigracao.org.br/festadoimigrante

(Fotos: Paula R.)

01/05/2014

Vida saudável

Posted in Por aí tagged , , , , , às 12:13 pm por Paula R.

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Quando o termo “orgânico” surgiu para designar os produtos feitos sem agrotóxicos ou substâncias artificiais, confesso que torci um pouco o nariz. Afinal, na minha cabeça, tudo o que é ou foi vivo é orgânico, não? Preciosismos à parte, hoje em dia, que o termo já faz do nosso vocabulário, fiquei muito animada em saber que estou morando perto de uma feira promovida pela AAO – Associação de Agricultura Orgânica.

A convite de amigos queridos, fui no sábado passado tomar café da manhã no parque da Água Branca, na Barra Funda. A feira acontece numa barracão perto da entrada da rua Germaine Burchard e cada banquinha conta com identificação do produtor. Não comprei muita coisa, mas gostei do primeiro contato. Achei tudo bem organizado, vendedores simpáticos e os preços não me pareceram muito acima dos produtos tradicionais.

Comprei o maior pé de alface do mundo (R$ 2,50), uma quiche de cebola e massa integral (R$ 13,50) e um queijo branco (R$ 15). Aprovadíssimos! O café da manhã é servido do lado de fora com diversas opções que incluem bolos, sucos, pães, pastas, quiches, salgados, entre outros. Fiquei com um suco de mamão com limão, uma fatia de bolo de cenoura e um pastel assado de creme de batata com queijo. Não lembro os valores exatos, mas acho que a soma não chegou a R$ 10.

Além de tudo estar gostoso, o clima do lugar é bem bacana. As mesas estão dispostas sob as árvores, há galinhas e crianças passeando entre elas, passarinhos cantando em algum canto reforçando o bordão-clichê “nem parece São Paulo”. Pretendo voltar para provar outras coisas e fazer uma feira bem recheada.

:. Texto dedicado aos meus guias: dona Marisa, Carol M. e Bira!

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Feira e Café da Manhã da AAO
Parque da Água Branca
Av. Francisco Matarazzo, 455 Perdizes – São Paulo (SP)
Terças, sábados e domingos
Das 7 às 12 horas
Site: http://aao.org.br/aao/cafe-organico.php

(Fotos: Paula R.)

24/04/2014

Verde em SP

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:36 pm por Paula R.

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Desde a semana passada, estou morando próximo ao Parque da Água Branca, na zona oeste de São Paulo. É uma morada temporária, por uns três meses, mas nesse final de semana já tenho programa marcado: tomar café da manhã e fazer compras na feirinha de orgânicos.

Depois conto como foi, mas confesso que fiquei animada com a possibilidade de ter essa opção assim tão pertinho. Coincidentemente, hoje vi uma matéria sobre o MUDA – Movimento Urbano de Agroecologia.

No site da iniciativa, dá para encontrar restaurantes, feiras e hortifrutis com produtos orgânicos e agroecológicos na cidade de São Paulo. Há também informações sobre hortas, cooperativas, bancos de alimentos e ONGs que trabalham com agricultura urbana e gastronomia sustentável.

Pelo site é possível que estabelecimentos e produtores se cadastrem para aparecer no “mapa”.

> Confira: www.muda.org.br

:. Vi aqui.

(Img: reprodução do site do MUDA)

30/03/2014

Brazilian menu

Posted in Filmes/TV tagged , , , , às 10:18 pm por Paula R.

O episódio dos Simpsons que vai ao ar hoje nos EUA se passará no Brasil. O capítulo parece girar em torno de futebol, mas dá direito a uma parada para jantar no Figueira Rubayat, de São Paulo. Coisa fina.

:. Dica da Carol L., via Papel Pop.

29/06/2013

Tradiciones Peruanas

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , às 12:23 pm por Paula R.

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Fato curioso (ou heresia), a verdade é que não comi comida peruana melhor do que aqui em São Paulo. Feitas por peruanos ou colombianos, como o chef do Suri Ceviche, que fique claro. Depois da minha viagem para o Peru-Bolívia, fiquei ainda mais interessada por tudo que vem desses países e feliz pela invasão do “baixo Cusco”, como alguns jornalistas têm nomeado certa região do centro paulistano.

Com os imigrantes, vêm os restaurantes de culinárias típicas e dois achados são o Riconcito Peruano (Rua Aurora) e o Tradiciones Peruanas (Av. Rio Branco). Este post, entretanto, é sobre o segundo deles, pois do outro não tenho fotos; terei que voltar para garantir a resenha. Ô, desculpa!

O Tradiciones divide a menor parte do toldo vermelho do Habib Ali, casa árabe que ainda preciso conhecer. Sentei numa das três mesas de dentro do restaurante, mas a maioria fica na calçada ou na sobreloja, que estava em reforma.

Porém, o que o Tradiciones perde em infraestrutura, ganha em simpatia. Ganhamos dois copos de chicha morada (bebida de milho roxo fermentado) da garçonete, que acredito também ser a dona. Ela me chamava de “mami”, tratamento comum em terras incas para mulheres em “idade de ser mãe”, segundo minha interpretação. Enquanto esperávamos, um potinho com “cancha”, milhos salgados com cara de piruá e gosto de pipoca, também nos foi dado de cortesia.

Em nossa estreia, escolhemos o prato “la viagra marina”, que reune ceviche de pescado, “chicarrón de calamar” (lula a milanesa) e arroz de mariscos. Diferente dos que já havia provado, o ceviche veio mergulhado num creme verde e tinha ardência moderada. Tudo estava bem gostoso e, apesar de ser o prato mais caro do cardápio, custava R$ 60 e servia duas pessoas.

O público do restaurante se divide em peruanos, trabalhadores do centro e “moderninhos”. Recomendado para quem não tem frescura e gosta de comer bem. Seria reprovado por minha alergologista.

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Serviço:
Tradiciones Peruanas
Av. Rio Branco, 439
Sta. Ifigência – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3843-6923

Nota: soube do TP pelo blog “Alegoria da Panela”, da amiga Muriel V. Vale conferir o post.

(Fotos: Paula R.)

19/05/2013

Pic Nic Vitoriano

Posted in Por aí tagged , , , , , às 9:14 pm por Paula R.

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Uma coisa que adoro em cidades cosmopolitas é a (co)existência de todo quanto é tipo de pessoas, com diferentes origens, culturas e costumes. E São Paulo é assim. Podemos encontrar hare krishnas, góticos, cosplays do Pikachu, alunos de aulas de espadas e covers do Michael Jackson num mesmo passeio.

Uma matéria da Folha mostra que também podemos ver pessoas vestidas à carater, na moda vitoriana (eduardiana, republicana…) em lugares como o Parque do Ibirapuera, o Museu do Ipiranga, o Café Girondino ou a cidade de Paranapiacaba. O grupo Pic Nic Vitoriano reúne interessados em reviver épocas passadas, a partir das roupas e modos.

Para comer, quitutes levados em cestas, louças retrô e taças e garrafas de vidro, uma vez que o plástico ainda não existia nas épocas revisitadas. Pelo que li no site do grupo, bebidas alcoólicas são proibidas nos encontros. Acredito que as receitas das comidas não sigam o mesmo rigor histórico das vestimentas, mas seria um desafio interessante, não?

E você, que época gostaria de revisitar?

> Para saber mais, acesse o blog Pic Nic Vitoriano.

:. Você já segue o Órfã no FB? Lá tem posts e umas cositas más.

(Foto: Gabo Morales/Folhapress, reproduzida da matéria da Folha Online de hoje)

08/05/2013

Pra comer de pé

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , , , às 12:12 pm por Paula R.

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Um dos maiores clássicos da culinária de balcão da cidade de São Paulo é o sanduíche de pernil do Estadão. O estabelecimento ganhou esse nome por conta do jornal Estado de S. Paulo, que ficava na região quando a casa foi inaugurada, em 1968.

O restaurante também tem mesas, mas são destinadas prioritariamente a quem pede os pratos; para quem vai comer o lanche, o indicado é o balcão. A versão tradicional pode ser acrescida de queijos (provolone, Palmira, queijo branco, prato…), com variedade de preços.  A versão tradicional leva molho à base de tomate, cebola e pimentão e sai por R$ 11.

Tinha passado por lá numa madrugada há muitos anos (uma década?) e voltei para repetir a dose há três semanas.  Pedi a opção com provolone, que saiu por R$ 17. O lanche é grande e vale por uma refeição; também pedimos batata frita, mas foi pura gulodice. Eu prefiro sanduíches mais “molhadinhos” – sou fã inveterada de maionese e congêneres –, mas para quem é fã desse tipo de gastronomia, é uma boa pedida.

O estabelecimento é 24 horas e é uma ótima opção para as madrugadas e fins de festas. Um dos funcionários me informou extraoficialmente que saem cerca de 40 peças de pernil por dia (80 por dia do final de semana). Ele acredita que cada peça renda uns 50 lanches, o que daria 2 mil unidades em dias normais!

Em tempo: o pudim de leite condensado de sobremesa estava excelente. Vale provar.

Serviço:
Estadão Bar e Lanches
Viaduto Nove de Julho, 193
Centro – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3257-7121
www.estadaolanches.com.br

(Foto: Paula R.)

05/03/2013

Imagem do dia

Posted in Por aí tagged , , , às 11:41 am por Paula R.

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E quem disse que São Paulo é só concreto? No domingo, passeando a caminho do restaurante Meaípe – que vai render post em breve – me deparei pela primeira vez com uma árvore de urucum. Logo ali, na rua Caramuru, perto do metrô Praça da Árvore.

Achei tão bonito e engenhoso! Me fez lembrar das pinturas que os índios brasileiros fazem na pele e também de uma cozinheira que botava colorau em tudo na minha infância, mas isso também é assunto para outra história.

(Foto: Paula R.)

01/06/2012

Call Parade

Posted in Artes Plásticas tagged , , , , às 4:59 pm por Paula R.

Na linha da Cow Parade, 100 orelhões de São Paulo foram customizados por diversos artistas numa ação promocional da Vivo/Telefônica. Serão premiadas as três obras mais votadas pela internet. Ainda não encontrei nenhum por aí, mas pelo site dá para ver que há vários bem legais.

Tem orelhão preto fosco, de espelhinhos, colorido, com textura e, como não poderia deixar de ser, tem aqueles com a cara do Órfã. A votação vai até 18 de junho, pelo site da Call Parade.

Nota: fiquei sabendo do concurso porque uma amiga está concorrendo com um orelhão sobre jazz (é o nº 43!). Chique, né?

“Jacall: Enfiando a cabeça na Jaca”, Kiko Cesar, Luiz Roberto de Almeida & Felipe Madureira

“Ovo estalado”, de Maria & Eleonora

“Olha melancia freguesa!”, de Silton Marcel Paternezi

(Fotos: reprodução do site da Call Parade)

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