27/07/2011

A vida é muito curta…

Posted in Por aí tagged , , , , às 5:43 pm por Paula R.

… para estar no trabalho errado.

> Campanha da alemã Jobs in Town.

(Mais fotos no perfil @Comunicadores, no FB)

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26/07/2011

Esquina da Castanha

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , às 12:30 pm por Paula R.

Sempre que viajo trago lembrancinhas, um ímã de geladeira, artesanato, roupa e, muitas vezes, comida. E assim foi em Fortaleza, há algumas semanas, quando trouxe castanhas de caju para os homens da família. Estava um pouco insegura para escolher, pois muitas vezes os vendedores nos oferecem como prova um produto que não é o que está na embalagem.

Fui fazer as compras na Feirinha da Beira Mar, onde há inúmeras barracas da iguaria. A maioria dos vendedores não foi muito simpática, não olhava nos olhos para responder as dúvidas e sequer ofereciam degustação. E assim foi um corredor atrás do outro, até chegar à barraca do Clebio e da Vanúzia.

Destacada com uma bandeira do Brasil no alto, o rapaz foi todo atencioso, falante, ofereceu degustação de quase tudo o que tinha para vender.

Clébio, essa castanha é da boa? Não quero chegar em São Paulo e ela estar rançosa ou picante, hein?

É castanha de melhor qualidade, tipo exportação! Ou você acha que eu ia colocar meu nome na etiqueta do produto se não fosse bom?

Olha lá! O seu nome é fácil de lembrar e seus contatos estão na etiqueta, vi que vocês têm Facebook… Eu faço antipropaganda, hein? (risos)

Eu tenho muitos clientes de São Paulo e, a partir de agora, tenho certeza que tenho mais uma. Eu mando mais pelo correio se quiser.

E já que prometi fazer barulho caso as castanhas não fossem boas, nada mais justo do que ter o mesmo empenho para fazer propaganda positiva do produto. As castanhas do Clebio são mesmo de primeira! O pacote das inteiras sai por R$ 21, 800 gramas.

A Esquina da Castanha ainda oferece castanhas doces, licores, doces de caju e toda uma linha de produtos dA Moreninha (cocadas, doces de leite…), que também aprovamos.

Serviço:

Barraca Esquina da Castanha
Feirinha da Beira Mar, corredor 43 – Barraca A
Av. Beira Mar (em frente ao Hotel Oásis Atlântico)
Fortaleza (CE)
Tel.: (85) 3267-5912 / 8528-5535 / 9688-2990
E-mail: esquinadacastanha@hotmail.com

(Foto: reprodução daqui)

21/07/2011

Direto do sul

Posted in Bebidas tagged , , , , às 10:57 pm por Paula R.

Quem me conhece sabe que adoro H2OH – de limão, é claro – e poucos sabem que não gosto de chimarrão. Não gosto mesmo. E ponto. O que não esperava era um dia provar uma bebida que fosse uma mistura dessas duas.

Uns tempos atrás uma amiga trouxe uma garrafinha de Xima de Porto Alegre, que é basicamente isso. E não é que a coisa é boa? É leve, mata a sede, tem gás e um leve gostinho de chá, porém sem o amargor.

Quem vai ser o próximo a viajar para o sul para me trazer um presentinho?

:. Agradecimentos à provedora @tais_cp.

19/07/2011

Site de chocolate

Posted in Por aí às 4:05 pm por Paula R.


Se a Fantástica Fábrica de Chocolate tivesse um site, Willie Wonka contrataria a equipe que criou o canal na internet da cerveja Sagres Preta Chocolate, lançada no 1º semestre. O projeto para divulgar a bebida em edição limitada utilizou a própria matéria-prima para construir todos os elementos presentes num site navegável: botões, ícones, campos para preenchimento.

Além da aparência apetitosa, durante a navegação, os botões quebram à passagem do cursor – provavelmente na técnica de stop motion – e fazem um barulhinho apetitoso de chocolate partindo.

Se a cerveja é boa? Não faço ideia. Mas já me ganhou pela ideia. Visite o site – dá para ver o making of em fotos e vídeo.

:. Dica do amigo @fabiosje.

(Fotos: reprodução do site)

18/07/2011

A felicidade existe…

Posted in Aprovados (ou não) tagged , , , , às 5:49 pm por Paula R.

… e pode vir no formato de uma colher de dulce de leche.

O lugar onde trabalho é uma provação para qualquer dieta. Todo mundo gosta de comer bem, alguns cozinham e compartilham seus quitutes e a maioria, quando viaja, traz docinhos como presente. Em geral, resisto bem à tentação, mas hoje não consegui. Nossa amiga uruguaia acabou de voltar de uma visita à terrinha e trouxe duas marcas de doce de leite para provarmos. Irresistíveis!

O Lapataia, produzido em Punta Del Este, tinha uma consistência um pouco mais cremosa e um sabor mais acentuado de leite e açúcar, se aproximando um pouco dos que encontramos por aqui. Já o da Conaprole me lembrou muito aquele doce de leite condensado cozido na panela de pressão, que minha mãe fazia quando eu era criança. Acho que foi meu favorito – mas talvez tenha que provar mais uma vez de cada para ter certeza.

Pelo rótulo, o Conaprole é importado pelo Brasil. Assim que descobrir onde vende, atualizo o post.

Visite:
http://www.lapataiapuntadeleste.com
http://www.conaprole.com.uy

15/07/2011

Kebab com trocadilho

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , , às 7:34 pm por Paula R.

Gosto bastante de kebabes, aqueles sanduíches feitos com pão fininho enrolado e recheados com carnes, verduras e algum molho bem temperado. Do Kebab Salonu já falei por aqui, mas essa semana fui conhecer um outro próximo à Augusta, o Kebabel.

O ambiente tem aquele “charme descolado” da região, com talheres nos lustres e pratinhos retrô, mas há apenas cinco mesas dentro do restaurante, que costuma encher nos finais de semana – acho que consegui sentar de primeira, pois era terça-feira.

Pedimos um trio de pastas (coalhada, homus e babaganuche) com cesta de pães de entrada (R$ 13,90) e eu um kebab de kafta (R$ 17,90), com pão pita e homus de acompanhamento. No cardápio, há opções de cervejas importadas (russas, tchecas, escocesas…) e chopp artesanal da Bamberg (R$ 5,90), além de sucos orgânicos e refrigerantes.

Gostei de ter conhecido a nova opção. Básica e gostosa. Só fica a ressalva para os garçons, um tanto apáticos.

Serviço:
Kebabel
Rua Fernando de albuquerque, 22
Consolação – São Paulo-SP
(tem também uma unidade em Pinheiros)
Tel.: (11) 3259-1805
www.kebabel.com.br

(Foto: reprodução do site da casa)

11/07/2011

Papelaria criativa

Posted in Por aí tagged , , , às 11:59 pm por Paula R.


Não casei (e provavelmente não vou), mas sou quase uma “recordista” se levarmos em conta a quantidade de vezes que fui madrinha – papel que exerço com muito orgulho. Adoro estar por perto de casais queridos, brindar com pró seco, comer bem-casado. Também gosto de ficar reparando nos detalhes que a noiva (e pouquíssimos noivos) escolheram para compôr a festa.

Já falei por aqui de dois casamentos fofos que fui – o da Roberta, que inovou com o cor de rosa e marrom, e o da Tita, que fez centenas de tsurus em origami para trazer felicidade. Dia desses, uma amiga me mostrou um post no blog Casarei, com fotos da papelaria de um casamento que estava uma graça.

Divertida e bonita, me chamou atenção também pela inovação da proposta. Achei os noivinhos do bolo feitos em papel uma graça! A noiva Carol Rivello, para quem pedi autorização para postar as fotos aqui, é designer e fez praticamente tudo sozinha. Teve máscara, cartão de agradecimento, lembrancinhas e até balões estilo história em quadrinhos para brincar nas fotos. Adorei!


Seguindo o clima bem-humorado, o porta-retrato citava o tumblr Fica vai ter bolo.


Potinhos de vidro reaproveitados, como nesse casamento aqui.

> Gostou? Veja mais fotos.

(Fotos: Fabrício Sousa)

08/07/2011

De olho no desperdício

Posted in Sopa de Letrinhas tagged , , , às 6:49 pm por Paula R.

Semana passada, compramos lá pra casa duas garrafas de Guaraná Antártica de 1L. De vidro. A R$ 1 o casco + R$ 1 o líquido. Foi daquelas coisas que dão satisfação apesar de pequenas. Há tempos tínhamos chegado à conclusão de que as unidades de 2L eram demais para um casal e acabávamos consumindo mais refrigerante do que gostaríamos – sem contar que o final, já sem gás, era jogado fora.

O casco de vidro retornável tem gostinho de infância, quando 1L dava para a família toda, e ainda dá aquela sensação boa de evitar jogar mais lixo por aí. Amo vidro! Já tínhamos uma retornável da Coca, mas era de 2L e de plástico. O que eu quero agora é que comecem a oferecer mais opções, pois não encontrei nenhuma de refrigerante light /zero.

Também andei me aventurando em preparar torradas com pães murchos, que sempre acabavam indo para o lixo. Com um pouco de azeite, sal e orégano dá para fazer milagres. E as torradas caseiras são ótimas para acompanhar uma sopinha nesse frio – aliás, sopas ficam ótimas com tudo-que-tem-na-geladeira (como essa daqui).

Biblioteca

Nessa mesma linha, descobri uns livros bacanas disponíveis para download no site do Programa Mesa Brasil do SESC São Paulo. A iniciativa, criada em 1994, busca diminuir o desperdício de alimentos e a fome, fazendo a ponte entre empresas que querem doar e instituições que precisam receber. A ONG Banco de Alimentos faz um trabalho na mesma linha.

As publicações trazem receitas de aproveitamento de alimentos, dicas de manuseio, conservação, higiene, nutrição e até transporte. Acho que vale a pena dar uma olhada. O Mesa Brasil também dá cursos e palestras sobre esses temas.

> Confira os livros no site

(Imgs: reprodução do site Mesa Brasil e daqui)

07/07/2011

Torta de abobrinha

Posted in Receitas de doces tagged , , , às 4:48 pm por Paula R.

A Lili é uma jornalista-fotógrafa-cozinheira de mão cheia que tem aquele ateliê na Lapa – o Lili & Clo –, que ainda estou devendo uma visita. Mas esse post, na verdade, é para divulgar uma receita sua, que virou desenho em um blog que eu adoro, o They Draw and Cook. A ilustração é de sua amiga Sabrina Abreu, dA Margarida Curiosa.

Quem sabe um dia não tem uma receita do Órfã lá também, não?

> Veja a receita em tamanho grande aqui e o original em português aqui.

06/07/2011

Sobre o Mc Donald’s

Posted in Bares/Restaurantes tagged , , , às 3:06 pm por Paula R.

A primeira lanchonete dos irmãos Mc Donald, em 1948, Califórnia.

Lembro da primeira vez que fui ao Mc Donald’s. Devia ter uns 13 anos e quem nos levou foi uma tia, em Campinas, pois não havia loja da rede em nossa cidade. Estava com meus pais e irmãs, foi uma euforia! Sabia decor a musiquinha do Big Mac – “dois hambúrgueres, alface, queijo e molho especial…” -, mas preferi a novidade do momento: o Mc Salad Premium, que tinha as metades quente (com a carne e o queijo) e fria (com a salada) separadas numa caixinha estilosa, com dois compartimentos. As caixas eram de isopor na época.

Com o tempo, lanchonetes pipocaram pelo interior do estado, inclusive em Rio Claro e Bauru, onde morei, mas não chegaram a se tornar um hábito – o preço era alto para o custo de vida local e o tamanho e sabor não eram páreo para os lanches de carrinho. Quando comia, optava pelo Mc Chicken, que achava mais saboroso e não tinha cebola.

O boom de Mc Donald’s em minha vida aconteceu em 2001, quando me mudei para São Paulo. Além da promoção tentadora de cheeseburguer a R$ 1, o preço do “número” acabava saindo mais em conta se comparado com outras refeições na capital. Comi muito na rede do senhor palhaço, como um outro blog a chama.

Acho que foi aí que nossa história entrou em declínio. Depois de uns anos, passei a achar tudo sem graça, sem gosto, gorduroso. Comecei a me incomodar com o lixo produzido pelas embalagens, ouvi histórias sobre o trabalho, sobre a gordura das batatas fritas… O bichinho antiimperialismo deu aquela mordida atrás da orelha. Hoje, como no Mac raramente; acho que a última vez que fiz uma refeição lá foi na Copa do Mundo, quando quis experimentar os menus especiais. Às vezes, me rendo a um sorvete, mas, com a dieta, isso também se tornou raro.

Linha do tempo

O tema para esse post acabou surgindo com uma foto que recebi hoje de uma amiga, da primeira lanchonete dos irmãos Mc Donald. Fiquei curiosa para saber um pouco mais da história toda e fui fuçar no site oficial da rede, na Wikipedia, lembrei de uns filmes (que ainda preciso ver) e resolvi fazer uma linha do tempo. A trajetória é uma grande case de sucesso do capitalismo como poderão ver.

1940 – os irmãos Dick e Mac McDonald abrem seu primeiro restaurante, uma espécie de churrascaria drive-thru, em San Bernardino, Califórnia (EUA).

1948 – o restaurante é reformado e passa a ter menu de lanchonete: hambúrguer e cheeseburguer, refrigerante, milk shake, café e torta. O hambúrguer custava 15 centavos.

1954 – Ray Kroc, vendedor de mixers para milk shake, conhece os irmãos McDonald e decide entrar para o ramo de hambúrgueres. Já havia oito restaurantes da rede, mas Kroc passa a ser o detentor da primeira franquia fora da região Califórnia-Arizona.

1955 – Kroc abre seu restaurante em Des Plaines, Illinois (EUA). Algumas fontes sobre a história da rede consideram essa a primeira unidade da rede Mc Donald’s.

1958 – é vendido o hambúrguer de número 100 milhões.

1959 – a rede chega ao centésimo restaurante.

1961 – os irmãos McDonald vendem os direitos de sua companhia a Kroc por US$ 2,7 milhões. Eles ainda tentaram abrir uma nova rede, chamada The Big M, que acabou falindo numa história um tanto quanto nebulosa. Dá para ler mais aqui e aqui.

1963 – é aberto o restaurante de número 500.

1966 – o primeiro comercial de TV vai ao ar. Nasce o Ronald. (Socorro!)

1967 – são inaugurados os primeiros restaurantes internacionais, no Canadá e em Porto Rico.

1968 – surge o Big Mac, desenvolvido por um dos proprietários.

1969 – nasce a logomarca que conhecemos hoje.

1978 – é inaugurado o restaurante 5 mil, no Japão.

1979 – a rede chega ao Brasil. Também é inventado o Mc Lanche Feliz.

1983 – o Mc Donald’s já está em 32 países.

1996 – estreia o primeiro site do Mc Donald’s.

2001 – é lançado o livro Fast Food Nation, de Eric Schlosser, uma crítica às redes de fast food, em especial você-sabe-qual.

2004 – o documentário norteamericano Super Size Me é indicado ao Oscar. Nele, o diretor independente Morgan Spurlock documenta os 30 dias em que se alimenta exclusivamente de McDonald’s.

2006 – a história do livro de Schlosser inspira o filme homônimo, dirigido por Richard Linklater.

2011 – a rede Mc Donald’s, com mais de 5 mil restaurantes, está em 117 países.

Curiosidade: para quem pensa que o Mc Donald’s é a maior rede de lanchonetes do mundo, surpresa: o Subway é quem detém a medalha de ouro, com quase 34.800 lojas em 98 países.

(Foto: reprodução de img que circula na internet, provavelmente proveniente do site do McDonald’s)

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