01/06/2012
Call Parade
Na linha da Cow Parade, 100 orelhões de São Paulo foram customizados por diversos artistas numa ação promocional da Vivo/Telefônica. Serão premiadas as três obras mais votadas pela internet. Ainda não encontrei nenhum por aí, mas pelo site dá para ver que há vários bem legais.
Tem orelhão preto fosco, de espelhinhos, colorido, com textura e, como não poderia deixar de ser, tem aqueles com a cara do Órfã. A votação vai até 18 de junho, pelo site da Call Parade.
Nota: fiquei sabendo do concurso porque uma amiga está concorrendo com um orelhão sobre jazz (é o nº 43!). Chique, né?
“Jacall: Enfiando a cabeça na Jaca”, Kiko Cesar, Luiz Roberto de Almeida & Felipe Madureira
“Ovo estalado”, de Maria & Eleonora
“Olha melancia freguesa!”, de Silton Marcel Paternezi
(Fotos: reprodução do site da Call Parade)
31/05/2012
Versus
Pra quem não conhece, o blog Paris vs New York foi criado pelo artista gráfico Vahram Muratyan, numa espécie de “batalha” entre as cidades. As comparações vão desde comidinhas que muito nos interessam, como macarons x cupcakes, até pragas urbanas com o pombas x ratos.
Os pôsteres são bem bacanas, na linha minimalista, e podem ser comprados no próprio site – até já viraram livro! O sucesso acabou inspirando a designer brasileira Vivian Mota a criar a versão São Paulo versus Buenos Aires, que conheci hoje. Vale dar uma fuçada em ambos.
Mais em: http://parisvsnyc.blogspot.com.br.
Tupiniquins x portenhos: http://sampaversusbuenos.tumblr.com/.
(Imgs: reprodução dos respectivos sites)
09/05/2012
Tartaruga amiga
Porque todo mundo tem seus dias de olho maior que a barriga.
(Foto: autor desconhecido)
01/05/2012
Tempero pós-impressionista
A fotógrafa norte-americana Kelly McCollam tem se dedicado a clicar seus quadros inspirados no pintor holandês Vincent Van Gogh (1853-1890). A curiosidade está na utilização de sais, temperos e corantes para homenagear clássicos como “A noite estrelada”.
O original
A noite estralada, 1889, Van Gogh. Óleo sobre tela.
> Outras fotos de McCollam no site.
(Imgs: reprodução do site da fotógrafa e daqui)
30/04/2012
Who’s Larry?
Você sabia que o velho quaker que aparece na embalagem de aveia tem nome? Pois é, ele chama Larry e acaba de ganhar uma “repaginada”. A figura que estampa a marca há 55 anos, ficou um pouco mais magra e, eu achei, mais jovem.
O pessoal responsável pelas mudanças, do estúdio Hornall Anderson, disse que não era para ninguém notar as diferenças, mas que o objetivo era deixar o garoto propaganda (posso falar garoto?) com um ar mais saudável, uma vez que os produtos da linha eram associados a uma boa alimentação.
27/04/2012
Aventuras gastronômicas nº 43
Lilian N. – Pindamonhangaba (SP) – comida hare krishna (2012)
“Em Nova Gokula, a unidade da ISKCON (Sociedade Internacional para Consciência de Krishna) localizada em Pindamonhangaba (SP), comi a coxinha de jaca verde. A aparência do recheio é de frango desfiado e a textura lembra palmito, uma delícia. Pelo menos pra quem gosta de palmito e de curry. Apesar das especiarias, achei o sabor suave. Da fruta não tem nem o cheiro. A iguaria é vendida na lanchonete e no quiosque da Ekamurti.
Na lanchonete, se você não der sorte de estar lá na hora em que a coxinha estiver sendo frita, terá de comê-la requentada no microondas. Mas ainda assim ela estará saborosa. No quiosque a coxinha é frita na hora em que você pede, mas para o meu paladar o recheio estava salgado além da conta. Ainda no quiosque, vale experimentar o suco de lulo, uma frutinha de origem colombiana, e o de amora. O hamburguer de soja também é bem gostoso. De volta à lanchonete, prove a deliciosa samosa de ricota e couve-flor. E se bater a vontade de comer um docinho, peça um sandesh, bolinha branca feita à base de leite. É dos deuses!”
Para saber mais sobre: Nova Gokula e ISKCON.
(Fotos: cedidas por Lili N.)
23/04/2012
Como (não) foi O Mercado
No sábado, saí de casa sem certeza de como seria minha noite, ou melhor, de como começaria, pois o final já tinha destino certo: a feira gastronômica O Mercado. Acabei indo numa festa com amigos e, no meio da madrugada, rumamos para o espaço onde acontecia o evento, entre o restaurante Sal e a Galeria Vermelho.
Apesar de imaginar, não dava para ter certeza de como estariam as coisas até aparecer por lá. Muitas pessoas tinham compartilhado matérias durante a semana e aqui e ali ouvia-se gente combinando de se aventurar pela experiência gastronômica. Por outro lado, havia boatos de que o evento poderia ser cancelado e tinha também a chuva que poderia espantar os menos animados.
Ledo engano. Às 3 da manhã, o lugar estava cheio e a fila de espera seguia pela rua Minas Gerais, dobrando pela Marechal Cordeiro a perder de vista. Não nos restaram dúvidas: esperaríamos a próxima edição.
Mas a vida tem dessas. Desses imprevistos que mudam o rumo das coisas e fazem a gente terminar a programação com uma massa na casa de amigos. Trocamos a fila pelo pesto do Samuel, regado a vinho e música. Excelente! E que o Mercado tenha vida longa e outras iniciativas parecidas pipoquem pela cidade que tem fome (também) de madrugada.
Nota: quando tirei fotos da fila, uma jornalista da Globo me perguntou o motivo do registro. Ela estava com uma ecobag na cabeça, para não molhar o cabelo antes da filmagem, e demorei um pouco para entender que ela não era uma figura noturna perdida por lá. Meu amigo, como morador da região, acabou dando entrevista. Quem quiser ver como era o Mercado lá dentro, é só clicar.
(Fotos: Paula R./ Rafael M.B.)
20/04/2012
O Mercado – 1ª edição
Recebi notícias (e convites) de diversos amigos interessados no evento que tem aguçado a curiosidade dos paulistanos que gostam de comidinhas. Idealizado pelo chef Checho Gonzales, “O Mercado” será uma espécie de feira de rua, com barraquinhas de quitutes, porém, todos preparados por chefs e cozinheiros de restaurantes com certas estrelas. Os comes e bebes vão variar de R$ 5 a 20 e a entrada é gratuita.
Já tinha ouvido falar de feiras gastronômicas (e de cerveja) parecidas em outros países – parece que no Peru tem uma boa – e acho que a iniciativa tem tudo para dar certo por aqui. Pelo que li, a ideia é oferecer opções gostosas para quem está aproveitando a vida noturna. Sempre pensei mesmo que a “cena gastronômica” acabava muito cedo para uma cidade como São Paulo.
Ainda não sei a minha programação do final de semana, mas, se der certo, vou conferir.
Segue a lista do que será servido e do famoso por trás do prato:
- Alexandre Leggieri/Herbert Bierwagen (Cannoleria): cannolis
- Carlos Ribeiro (Na Cozinha Restaurante): buraco quente
- Checho Gonzáles (Cebicheria Gonzales): anticuchos e cebiches
- Daniela Bravin (Bravin): vinhos e coquetéis
- Dagoberto Torres (Suri Ceviche): arepas
- Deepali Bavascar (Sabores da Índia): samosas vegetarianas
- Henrique Fogaça (Sal Gastronomia) sanduíche no pão ciabata com carne seca desfiada, azeite de gengibre, queijo de cabra, tomate e rúcula
- Janaina Rueda (Bar da Dona Onça): arroz de puta rica
- Lourdes Hernandez (Casa dos Cariris): tostadas, margaritas e micheladas
- Marcos Carnero (Pão Filosófico): pães
- Pipa/Kerstin (Comida de Papel): hambúrgueres
- Rene Aduan Jr. (Alma Rústica Gastronomia): defumados e hidromel
- Tibira (Caos): coquetéis
Serviço:
O Mercado
Data: 22 de Abril
Horário: da meia noite às 5 horas
Local: Pátio do restaurante “Sal Gastronomia”/Galeria Vermelha
Endereço: Rua Minas Gerais, 352 – Higienópolis




















